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  • Futuro do Pretérito: uma volta no tempo (Edital Encerrado)

    INSCRIÇÕES ENCERRADAS! Em nossa Língua Portuguesa, o futuro do pretérito é um modo verbal utilizado para narrar acontecimentos que poderiam ter acontecido, mas que não se concretizaram. Ele indica uma ação hipotética, uma possibilidade. Muitas vezes, expressa incerteza, surpresa e indignação, sendo usado para situações que dependem de uma condição. Justamente por isso, que aqui em nosso Coletivo Literário, Futuro do Pretérito é o nome de uma coletânea muito especial cuja temática gira em torno dele: o TEMPO. Estamos falando de deslocamento temporal, viagens ao passado ou ao futuro, e principalmente as consequências dessa jornada. Vamos juntos dar uma volta no tempo? OBS: Nã há necessidade de ineditismo! Coletivo Aspas Duplas de Antologias Literárias EDITAL DE CHAMADA PARA PUBLICAÇÃO EM COLETÂNEA DE CONTOS O Coletivo Literário Aspas Duplas tem o prazer de anunciar a chamada para submissão de originais para a coletânea de contos “ Futuro do Pretérito: uma volta no tempo ” . A obra visa reunir histórias de viagens no tempo. Os autores possuem liberdade criativa para explorar o tema da forma que acharem mais pertinente, e poderão participar desta publicação coletiva mediante taxa de inscrição. 1. Objetivo: A presente chamada irá selecionar contos (inéditos ou não) para compor a coletânea de contos intitulada “ Futuro do Pretérito: uma volta no tempo ”, a ser publicada exclusivamente em formato impresso. 2. Elegibilidade: Podem participar desta chamada autores maiores de 18 anos, de qualquer nacionalidade, desde que as obras submetidas sejam escritas em Língua Portuguesa. OBS: não há a necessidade de ineditismo. Cada autor pode submeter um único conto para avaliação.  3. Temática: Relacionada a qualquer história que envolva elementos de viagem no tempo, característicos ao tema. 4. Inscrição e Submissão: Prazo de Submissão: de 26 de junho de 2025 a 30 de setembro de 2025. Inscrições encerradas! Formato: Os textos devem ser enviados em formato Word (.doc ou .docx). Formatos diferentes serão desconsiderados. Fonte: Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5, com no máximo 20.000 caracteres (com espaço). Textos fora desse limite NÃO serão analisados. Título do Arquivo: O arquivo deve ser nomeado com o título da obra e o nome/pseudônimo do(a) autor(a) (ex.: " Vai e vém - Carla Brasil "). Envio: via preenchimento de formulário pelo botão abaixo, presente nesta página. Contos enviados por e-mail NÃO serão analisados. O Coletivo Aspas Duplas e seus organizadores não se comprometem com a revisão ortográfica dos textos.  Os contos devem estar previamente revisados no momento do envio. Essa responsabilidade é do participante. 5. Seleção: Desde que o conto enviado esteja em conformidade com as regras deste edital, ele será aprovado e publicado na coletânea.  Contudo, não serão permitidos textos com apologia ao racismo, pedofilia, misoginia, xenofobia, homofobia, transfobia, intolerância religiosa e qualquer outro tipo de comportamento ofensivo ou discurso de ódio.  Para garantir a integridade dos textos referente ao disposto acima, todos os contos serão avaliados pela equipe do Coletivo Literário Aspas Duplas, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis. O material poderá ser aprovado ou reprovado. Todos os contos que obedecerem as regras deste edital estarão aprovados e serão publicados. Os contos que infringirem as normas, por sua vez, estarão reprovados e NÃO serão publicados , e a taxa de inscrição paga pelo autor desclassificado não será devolvida, pois a finalidade da cobrança compreende, majoritariamente, a curadoria das obras, sua leitura crítica e análise. Portanto, recomendamos a leitura minuciosa do edital e em caso de dúvidas, entrem em contato pelo formulário abaixo presente no rodapé do nosso site. Apesar de não serem critérios para aprovação ou reprovação, valorizamos a estética literária, a originalidade e a qualidade narrativa alinhada ao tema da coletânea. Sendo assim, caprichem! 6. Publicação: Após o fim do período de inscrição, os autores selecionados serão anunciados em nosso Instagram @coletivoaspasduplas . A coletânea “ Futuro do Pretérito: uma volta no tempo ” será publicada em formato impresso, com lançamento previsto para outubro de 2025.  Sobre a edição IMPRESSA: Não há obrigatoriedade de aquisição de exemplares por parte dos escritores participantes;  Impressão brochura, P&B, com tamanho 14cm x 21cm; Miolo em papel Avena off-white (creme), 80g/m² similar ao Pólen; Capa colorida em laminação fosca; Com ficha catalográfica e ISBN; Será vendida sob demanda na plataforma Uiclap; Será comercializada A PREÇO DE CUSTO* , ou seja, sem lucro e, portanto, sem distribuição de royalties aos autores participantes, que poderão - inclusive - revendê-la caso queiram, aplicando a sua própria margem de lucro. * Ao preço de custo, será acrescido o valor simbólico de apenas R$ 1,00 (um real, ou melhor, um pila) justamente para fins de manutenção do Programa de Incentivo aos Leitores e Autores (PILA) do Coletivo Literário Aspas Duplas para fomento e promoção de livros, autores e novos escritores, tanto do Brasil quanto dos demais Estados-Membros que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP): Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Portugal, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Saiba mais sobre o PILA - Programa de Incentivo aos Leitores e Autores   clicando aqui. Caso haja um número expressivo de participantes, a fim de viabilizar financeiramente a sua produção, a coletânea em questão poderá ser dividida em volumes para reduzir seu número de páginas (Ex: Volume 1, Volume 2, e assim por diante). Tal estratégia permitirá que o autor selecionado possa adquirir somente o volume do qual faz parte, tornando mais acessível a aquisição da obra e a sua consequente revenda (caso haja interesse). Lembrando que os participantes NÃO são obrigados a comprar nenhuma quantidade de exemplares para fazerem parte da coletânea. 7. Custos de Participação: NÃO SOMOS UMA EDITORA , portanto, nossos projetos literários dependem do esforço coletivo de escritores e escritoras que buscam realizar o sonho de publicar suas obras. Tal participação é opcional e voluntária, concretizada por autofinanciamento, ou seja, mediante o pagamento de uma taxa de participação no valor de R$ 30,00 (trinta reais) para brasileiros; ou 5 €  (cinco euros) para estrangeiros. O valor pago como taxa de inscrição e/ou participação será usado para fins de curadoria da antologia, inclusive para custear a avaliação e a análise dos textos enviados (dentre outros serviços), não sendo devolvido em caso de desistência ou desacordo com as normas deste edital, que prevê a desclassificação do autor em casos específicos. Contos que infringirem as regras deste edital NÃO serão publicados e os valores não serão devolvidos.  8. Direitos Autorais: Não haverá cessão de Direitos Autorais, ou seja, os trabalhos continuarão pertencendo aos seus autores, que poderão comercializar a versão final da coletânea, aplicando a margem de lucro que quiserem, mediante aquisição da obra que estará disponível para venda em plataformas de impressão sob demanda, sendo que não haverá distribuição de royalties entre os autores selecionados, pois permanecerão exclusivamente com os direitos autorais de seus textos, ainda que publicados na coletânea de contos “ Futuro do Pretérito: uma volta no tempo ”. Justamente por sermos um coletivo literário, cada participante responderá legalmente e individualmente sobre plágio, publicação não autorizada, calúnia, difamação e não autoria, isentando os organizadores de qualquer responsabilidade sobre o conteúdo enviado para a publicação na coletânea. É de total responsabilidade dos participantes a veracidade dos dados fornecidos à organização. Todos os participantes, de antemão, ficam cientes e dão permissão e autorização para a publicação de suas obras tanto na coletânea “ Futuro do Pretérito: uma volta no tempo ” como nos canais de divulgação deste coletivo: redes sociais, blog, entre outros. Além da veiculação na mídia (quando houver) de seus nomes, imagens e textos. 9. Cronograma Geral: Final das inscrições: 30/09/2025 Divulgação dos selecionados: até 31/10/2025 Data de publicação: até 31/12/2025 10. Observações Gerais: Dúvidas relacionadas à coletânea de contos “ Futuro do Pretérito: uma volta no tempo ” e seu regulamento poderão ser enviadas por meio do formulário de contato abaixo e presente em todas as páginas do nosso site. Todos os contatos entre os organizadores da coletânea e os autores serão realizados através de e-mail. Portanto, os participantes devem ficar atentos. Todas as dúvidas e casos omissos neste regulamento serão analisados por uma equipe do Coletivo Literário Aspas Duplas, e sua decisão será irrecorrível. O Coletivo Aspas Duplas reserva-se o direito de alterar qualquer item desta coletânea, bem como interrompê-la, se necessário for, fazendo a comunicação expressa para os participantes e a devolução imediata dos valores pagos. A participação na coletânea de contos “ Futuro do Pretérito: uma volta no tempo ” implica na aceitação total e irrestrita de todos os itens deste regulamento.

  • "Curacanga e outros contos de terror" - Autores selecionados.

    De junho a agosto de 2025, o nosso Coletivo Literário Aspas Duplas esteve com um edital aberto para escritores corajosos, dispostos a enfrentar (e promover) o lado mais sombrio da literatura. A coletânea "Curacanga e outros contos de terror" foi um sucesso, e atraiu novos membros para o Coletivo. Nesse instante, a obra segue em fase de edição. Enquanto isso, compartilhamos com todos a "apresentação" que irá constar no livro impresso, que por sinal está ficando muito cabuloso, como toda coleção de terror deve ser. Vale lembrar que todos os projetos editorias do Coletivo Aspas Duplas (exceto a nossa revista literária) são exclusivamente impressos . Este, em especial, terá impressão brochura, P&B, com tamanho 14cm x 21cm; miolo em papel Avena off-white (creme), 80g/m² similar ao Pólen; capa colorida em laminação fosca; ficha catalográfica e ISBN. Apresentação " Curacanga e outros contos de terror " nasce da escuridão que habita tanto as matas quanto a memória coletiva. Ambas as formas: Curacanga ou Cumacanga, referem-se à mesma criatura do folclore brasileiro, uma cabeça de fogo que vaga à noite. A origem do nome vem do tupi-guarani cunhãacanga , que significa "cabeça de mulher". A lenda explica que é o espírito de uma mulher amaldiçoada, geralmente a sétima filha de um casal, que se transforma em uma bola de fogo flamejante com a cabeça desprendida do corpo, assustando quem cruza o seu caminho. Cumacanga , por sua vez, é o termo mais usado no Pará. Já Curacanga , no Maranhão. E é justamente essa figura lendária que abre caminho para esta coletânea, em que o medo se reinventa em múltiplas vozes. Assim como a chama da Curacanga ilumina e apavora, os 22 escritores reunidos nesta obra, vindos de diferentes regiões do Brasil, trazem consigo medos locais, assombrações familiares, terrores íntimos e pesadelos universais. Cada conto aqui é uma vereda distinta, mas todas convergem para um mesmo território: o do horror que pulsa na tradição oral, no imaginário popular e na invenção literária. Tudo começa com uma interpretação da lenda que dá título a esta coletânea: A Cabeça de Anhanguera , de Marcelle Rodrigues Silva . No município de Afuá, no Pará, o fogo e o amor dançam entre o mundo dos vivos e dos mortos. Uma cabeça flamejante desafia a noite, mas o laço entre irmãs e a coragem restauram a vida. Já Ricardo Pegorini , em A Sombra , nos apresenta a instigante história de um homem que perde a sua própria sombra, descobrindo que ela nunca lhe pertenceu  — era algo mais sombrio e antigo, à espreita de sua alma. Entre reflexos partidos e silêncios acusadores, o leitor será conduzido a um local onde as sombras têm vontade própria. Na sequência, Bruno N Coelho , em A Última Porta , nos traz um conto de terror urbano onde o cotidiano de um escritório se abre para um abismo de carne e sussurros, onde o horror se instala como presença inevitável — fria, invisível, inescapável. Água Púrpura , de Maurício Campos Brito , emerge feito canto sombrio que ecoa no mar noturno, onde as ondas devoram homens e almas. Na história, uma nau se perde entre sangue, delírio e canibalismo, até restar apenas um sobrevivente. Uma narrativa que flui como uma verdadeira balada de terror marítimo, onde o oceano é tanto abismo quanto sepultura. Assombração Mortal , de Roberto Ferrari , por sua vez, trata-se de um conto de terror sobrenatural, de atmosfera gótica e sombria, onde um ex-policial atormentado aceita vigiar um orfanato abandonado e mergulha em horrores além do tempo. Entre ecos de Eva — sua amada — e a aparição da menina dos olhos de mel, o leitor correrá o grande risco de, assim como o protagonista, descobrir-se preso em um ciclo maldito. Tauã Lima Verdan Rangel , em Cheiro de Tabaco , chega com um conto de terror ancestral com elementos de folclore e narrativa de diário de viagem. Um explorador se depara com o sobrenatural, e o medo se infiltra em cada pulsar do seu coração. Noites inteiras são tomadas pelo grito estridente da Matinta Perera, e o terror se torna quase tangível, esperando por sua próxima vítima. Quebrando o ritmo das narrativas anteriores, Disco de Vinil , de Ana Célia Damasceno ajuda o leitor a recuperar um pouco do fôlego com a história de um caminhoneiro que enfrenta a “assombração” das laranjeiras à meia-noite, apenas para descobrir que o mistério era um disco de vinil, revelando o poder das crenças e do medo popular. Contudo, essa fronteira entre a realidade e o terror se dissolve rapidamente no conto seguinte: Hora da Tempestade , suspense psicológico escrito por Vera Ione Molina . No porão da velha casa, um lampião guarda segredos e sombras, enquanto uma presença silenciosa observa cada movimento. Por ventos uivantes e o brilho trêmulo da luz, o medo se infiltra nos cantos da alma, revelando o sobrenatural escondido no cotidiano. E quem disse que terror e romance não podem caminhar juntos? Ju Prado prova que sim. Em Janelas sem Grades , a personagem Gisele — presa em um inferno de dor e violência — encontra em Lucas um refúgio de esperança, onde o amor surge como única luz em meio a monstros reais e imaginários. Particularmente, amei o desfecho desta história. Falando em esperança, ela persiste em Maldição Zumbi , de Erika Borella , com um testemunho sombrio da queda da humanidade, onde a fé se distorce em ódio e o contágio não é da carne, mas da alma. Entre sombras e veneno, resta uma voz que resiste. Literalmente, um conto de terror que ecoa como aviso e profecia. Já em Maldita , de Felipe Nera , a esperança se desfaz em cinzas, consumida pela culpa. Trata-se de um conto sobre a fragilidade social diante do medo, a força destrutiva da histeria coletiva e o peso das lendas que moldam a realidade, onde o terror se mistura ao destino, deixando apenas silêncio na caatinga. Gustavo Campos , em O Escamoso , combina com maestria: estética, crueldade e claustrofobia, deixando o leitor novamente sem fôlego. A dor de Sofia se torna memória viva, eternizada em uma armadura macabra, enquanto o corpo e a mente lutam para se manter inteiros. Um encontro com o grotesco transforma beleza em sofrimento e medo em tatuagem indelével na carne. Um conto de terror perturbador, cujo cada detalhe da violência é sentido na pele. Se você leitor sobreviver até aqui, descobrirá que nem tudo é o que parece em O Mistério da Vila , de Hidan Almeida Teixeira ; e que sobrevivência exige mais do que coragem: exige desvendar o inexplicável. O autor explora um enredo de tensão crescente, onde cada passo pode ser morte, e cada encontro, uma armadilha; a floresta e a vila tornam-se personagens tão ameaçadores quanto o próprio perigo humano. Não obstante, da vila para a cidade, Rafael Lopes nos conduz por ruas perfeitas e prazeres artificiais dentro de uma cidade que não existe. Em O Pesadelo da Cidade Esquecida , o inesperado transforma amigos em sobreviventes, e o sobrenatural devora a inocência entre sombras e sangue. Nada é seguro; nem mesmo o que se toca com as mãos permanece neste lugar esquecido pelo mundo. Nicky Silva , em O Rei sem Súditos , mistura projeto militar e armas químicas com fantasmas e memórias de vidas passadas, revelando que o inimigo também pode ser a própria solidão e certos traumas emocionais, capazes de moldar não só o protagonista da história, mas qualquer um de nós. Um conflito que mistura horror, perda e luta interna por sentido e sobrevivência. Já a rotina, indiferente, segue sobre os alicerces do macabro em O Retrato do Comendador , de Cyro Eduardo . Entre trovões e urubus, viajantes encontram abrigo em um sítio isolado, onde companheiros somem em silêncio e quadros ganham vida — ou morte. No casarão antigo, o fato derradeiro é que pincéis eternizam a dor. Simples assim! Por outro lado, O Silêncio da Onça , de Claison Maldonado das Neves , é um conto de horror rural, onde o silêncio dos cafezais oculta uma criatura ancestral e faminta. Entre ossos limpos e olhos de fogo âmbar, a senzala se transforma em palco de um massacre inevitável. A Coisa do Brejo permanece à espreita, à espera da próxima vítima. Caminhando para o final dessa tenebrosa jornada literária, Olhares Malditos , de João Carissimi chega como um conto brutal e grotesco, onde a banalização da violência transforma vizinhos em espectadores frios diante do temor. A janela — símbolo de fronteira e voyeurismo — é o portal para um espetáculo sangrento. Terror visceral, que denuncia a indiferença moderna. Seguindo seu próprio rumo, nossa viagem chega à uma Londres enevoada, onde Ella é perseguida por corvos, sombras e espectros que reclamam pousada em sua alma. Espelhos escrevem segredos, museus ganham vozes, e a noite gélida se torna um abismo de presságios em Pousada , conto de terror psicológico escrito por Rosangela Soares , com atmosfera gótica e assombros oníricos. Ribè Hiri —Tempo de Caçar , de Cecília Deulefeu , é responsável por nos trazer de volta às matas tupiniquins. Por entre rios e fumaça, Hana floresce em fera, Do luto nasce jaguar e jacaré, vingança e mito, guardando na pele a memória de seu povo. Por sua vez, uma história com raízes no imaginário indígena e no fantástico, onde a violência colonial encontra a metamorfose mítica. Essa mesma atmosfera fantástica também está presente na narrativa rural de Um Olhar Sombrio para o Violeiro , criado por Marcus Pessanha . No fio das cordas ecoa a vaidade de um homem, mas também sua perdição. Fruto de um pacto sombrio, a música evoca olhos famintos e o pavor inevitável toma conta de tudo e todos. Por fim, o conto de mistério e suspense sobrenatural Ventre Rasgado , de Irene Giglio — com elementos de drama e investigação — encerram esta coletânea. Entre ruas de paralelepípedo e uma capela silenciosa, lendas e memórias são desbravadas, enquanto o mistério da Mulher de Branco se entrelaça com dor, culpa e redenção. Fantasmas do passado ganham voz, revelando segredos e tragédias que pedem justiça. No fim, entre lágrimas e risos, surge novamente a esperança por meio da verdade contada, a memória preservada e a promessa de novos começos. O Pará e o Maranhão emprestam sua lenda mais temida como abre alas desta coleção lúgubre, mas o Brasil inteiro se levanta em sombras nestas páginas. Do Norte ao Sul, permeando vilarejos, cidades esquecidas, matas e terras gringas, histórias se entrelaçam como vozes de um mesmo ritual: o de contar para não esquecer, de narrar para exorcizar, de escrever para manter vivo o pacto ancestral com o medo. Que o leitor se prepare para atravessar este território de trevas. Aqui, cada conto é um convite para olhar a chama incandescente da Curacanga — e descobrir que o terror, como o fogo, se espalha rápido, mas nunca se apaga. Lista de autores (por ordem alfabética dos contos): A Cabeça de Anhanguera , Marcelle Rodrigues Silva; A Sombra , Ricardo Pegorini; A Última Porta , Bruno N Coelho; Água Púrpura , Maurício Campos Brito; Assombração Mortal , Roberto Ferrari; Cheiro de Tabaco , Tauã Lima Verdan Rangel; Disco de Vinil , Ana Célia Damascesno; Hora da Tempestade ,Vera Ione Molina; Janela sem Grades , Ju Prado; Maldição Zumbi, Erika Borella; Maldita , Felipe Nera; O Escamoso , Gustavo Campos; O Mistério da Vila , Hidan de Almeida Teixeira; O Pesadelo da Cidade Esquecida , Rafael Lopes; O Rei sem Súditos , Nicky Silva; O Retrato do Comendador , Cyro Eduardo; O Silêncio da Onça , Claison Maldonado das Neves; Olhares Malditos , Carissimi, João; Pousada , Rosangela Soares; Ribè Hiri - Tempo de Caçar , Cecília Deulefeu; Um Olhar Sombrio para o Violeiro , Marcus Pessanha; Ventre rasgado , Irene Giglio. Curacanga e outros contos de terror  é uma coletânea que reune vinte e duas vozes de diferentes regiões do país em narrativas pra lá de arrepiantes. Um convite para mergulhar em lendas, sombras e pesadelos que permanecem vivos na memória e no imaginário popular.

  • Curacanga e outros contos de terror (Inscrições Encerradas)

    Chamada para Escritores Corajosos! - Contos de Terror INSCRIÇÕES ENCERRADAS! Você já ouviu falar da Curacanga ? Diz a lenda que, à meia-noite, a cabeça de uma mulher em chamas vaga pela noite adentro perseguindo os que ousam andar sozinhos na escuridão. Acredita-se que seja o espírito de uma mulher amaldiçoada por bruxaria ou traição, condenada a vagar eternamente em fogo e dor. Um dos mitos mais assustadores do folclore brasileiro — e agora, o ponto de partida para a nossa nova coletânea. A lenda da Curacanga , ou Cumacanga , é uma figura do folclore brasileiro, especialmente presente no Maranhão e no Pará, que se manifesta como uma cabeça de fogo que vaga pela noite. A história conta que a Curacanga pode ser uma mulher amaldiçoada por ter se envolvido com um padre ou a sétima filha de uma família. Em algumas versões, a Curacanga é uma bruxa que se transforma em borboleta para sugar o sangue de recém-nascidos.  Se você escreve terror, suspense, horror psicológico ou histórias que fazem o leitor olhar duas vezes para a sombra atrás da porta, essa é a sua chance de fazer parte dessa coletânea! A lenda da Curacanga é só um exemplo para servir de inspiração, o tema é LIVRE, desde que o escritor ou escritora explore o lado mais sombrio da imaginação. OBS: Nã há necessidade de ineditismo! Coletivo Aspas Duplas de Antologias Literárias EDITAL DE CHAMADA PARA PUBLICAÇÃO EM COLETÂNEA DE CONTOS O Coletivo Literário Aspas Duplas tem o prazer de anunciar a chamada para submissão de originais para a coletânea de contos “ Curacanga e outros contos de terror ” . A obra visa reunir histórias de terror, suspense, terror psicológico etc. Os autores possuem liberdade criativa para explorar o tema da forma que acharem mais pertinente, e poderão participar desta publicação coletiva mediante taxa de inscrição. 1. Objetivo: A presente chamada irá selecionar contos (inéditos ou não) para compor a coletânea de contos intitulada “ Curacanga e outros contos de terror ”, a ser publicada exclusivamente em formato impresso. 2. Elegibilidade: Podem participar desta chamada autores maiores de 18 anos, de qualquer nacionalidade, desde que as obras submetidas sejam escritas em Língua Portuguesa. OBS: não há a necessidade de ineditismo. Cada autor pode submeter um único conto para avaliação.  3. Temática: Relacionada a qualquer tipo de terror, suspense, terror psicológico, ou que possua elementos característicos ao tema. 4. Inscrição e Submissão: Prazo de Submissão: de 20 de junho de 2025 a 31 de agosto de 2025. ÚLTIMA SEMANA DE INSCRIÇÃO! Formato: Os textos devem ser enviados em formato Word (.doc ou .docx). Formatos diferentes serão desconsiderados. Fonte: Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5, com no máximo 20.000 caracteres (com espaço). Textos fora desse limite NÃO serão analisados. Título do Arquivo: O arquivo deve ser nomeado com o título da obra e o nome/pseudônimo do(a) autor(a) (ex.: " Rio de sangue - Carla Brasil "). Envio: via preenchimento de formulário pelo botão abaixo, presente nesta página. Contos enviados por e-mail NÃO serão analisados. O Coletivo Aspas Duplas e seus organizadores não se comprometem com a revisão ortográfica dos textos.  Os contos devem estar previamente revisados no momento do envio. Essa responsabilidade é do participante. 5. Seleção: Desde que o conto enviado esteja em conformidade com as regras deste edital, ele será aprovado e publicado na coletânea.  Contudo, não serão permitidos textos com apologia ao racismo, pedofilia, misoginia, xenofobia, homofobia, transfobia, intolerância religiosa e qualquer outro tipo de comportamento ofensivo ou discurso de ódio.  Para garantir a integridade dos textos referente ao disposto acima, todos os contos serão avaliados pela equipe do Coletivo Literário Aspas Duplas, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis. O material poderá ser aprovado ou reprovado. Todos os contos que obedecerem as regras deste edital estarão aprovados e serão publicados. Os contos que infringirem as normas, por sua vez, estarão reprovados e NÃO serão publicados , e a taxa de inscrição paga pelo autor desclassificado não será devolvida, pois a finalidade da cobrança compreende, majoritariamente, a curadoria das obras, sua leitura crítica e análise. Portanto, recomendamos a leitura minuciosa do edital e em caso de dúvidas, entrem em contato pelo formulário abaixo presente no rodapé do nosso site. Apesar de não serem critérios para aprovação ou reprovação, valorizamos a estética literária, a originalidade e a qualidade narrativa alinhada ao tema da coletânea. Sendo assim, caprichem! 6. Publicação: Após o fim do período de inscrição, os autores selecionados serão anunciados em nosso Instagram @coletivoaspasduplas . A coletânea “ Curacanga e outros contos de terror ” será publicada em formato impresso, com lançamento previsto para outubro de 2025.  Sobre a edição IMPRESSA: Não há obrigatoriedade de aquisição de exemplares por parte dos escritores participantes;  Impressão brochura, P&B, com tamanho 14cm x 21cm; Miolo em papel Avena off-white (creme), 80g/m² similar ao Pólen; Capa colorida em laminação fosca; Com ficha catalográfica e ISBN; Será vendida sob demanda na plataforma Uiclap; Será comercializada A PREÇO DE CUSTO* , ou seja, sem lucro e, portanto, sem distribuição de royalties aos autores participantes, que poderão - inclusive - revendê-la caso queiram, aplicando a sua própria margem de lucro. * Ao preço de custo, será acrescido o valor simbólico de apenas R$ 1,00 (um real, ou melhor, um pila) justamente para fins de manutenção do Programa de Incentivo aos Leitores e Autores (PILA) do Coletivo Literário Aspas Duplas para fomento e promoção de livros, autores e novos escritores, tanto do Brasil quanto dos demais Estados-Membros que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP): Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Portugal, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Saiba mais sobre o PILA - Programa de Incentivo aos Leitores e Autores   clicando aqui. Caso haja um número expressivo de participantes, a fim de viabilizar financeiramente a sua produção, a coletânea em questão poderá ser dividida em volumes para reduzir seu número de páginas (Ex: Volume 1, Volume 2, e assim por diante). Tal estratégia permitirá que o autor selecionado possa adquirir somente o volume do qual faz parte, tornando mais acessível a aquisição da obra e a sua consequente revenda (caso haja interesse). Lembrando que os participantes NÃO são obrigados a comprar nenhuma quantidade de exemplares para fazerem parte da coletânea. 7. Custos de Participação: NÃO SOMOS UMA EDITORA , portanto, nossos projetos literários dependem do esforço coletivo de escritores e escritoras que buscam realizar o sonho de publicar suas obras. Tal participação é opcional e voluntária, concretizada por autofinanciamento, ou seja, mediante o pagamento de uma taxa de participação no valor de R$ 30,00 (trinta reais) para brasileiros; ou 5 €  (cinco euros) para estrangeiros. O valor pago como taxa de inscrição e/ou participação será usado para fins de curadoria da antologia, inclusive para custear a avaliação e a análise dos textos enviados (dentre outros serviços), não sendo devolvido em caso de desistência ou desacordo com as normas deste edital, que prevê a desclassificação do autor em casos específicos. Contos que infringirem as regras deste edital NÃO serão publicados e os valores não serão devolvidos.  8. Direitos Autorais: Não haverá cessão de Direitos Autorais, ou seja, os trabalhos continuarão pertencendo aos seus autores, que poderão comercializar a versão final da coletânea, aplicando a margem de lucro que quiserem, mediante aquisição da obra que estará disponível para venda em plataformas de impressão sob demanda, sendo que não haverá distribuição de royalties entre os autores selecionados, pois permanecerão exclusivamente com os direitos autorais de seus textos, ainda que publicados na coletânea de contos “ Curacanga e outros contos de terror ”. Justamente por sermos um coletivo literário, cada participante responderá legalmente e individualmente sobre plágio, publicação não autorizada, calúnia, difamação e não autoria, isentando os organizadores de qualquer responsabilidade sobre o conteúdo enviado para a publicação na coletânea. É de total responsabilidade dos participantes a veracidade dos dados fornecidos à organização. Todos os participantes, de antemão, ficam cientes e dão permissão e autorização para a publicação de suas obras tanto na coletânea “ Curacanga e outros contos de terror ” como nos canais de divulgação deste coletivo: redes sociais, blog, entre outros. Além da veiculação na mídia (quando houver) de seus nomes, imagens e textos. 9. Cronograma Geral: Final das inscrições: 31/08/2025 Divulgação dos selecionados: até 30/09/2025 Data de publicação: até 31/10/2025 10. Observações Gerais: Dúvidas relacionadas à coletânea de contos “ Curacanga e outros contos de terror ” e seu regulamento poderão ser enviadas por meio do formulário de contato abaixo e presente em todas as páginas do nosso site. Todos os contatos entre os organizadores da coletânea e os autores serão realizados através de e-mail. Portanto, os participantes devem ficar atentos. Todas as dúvidas e casos omissos neste regulamento serão analisados por uma equipe do Coletivo Literário Aspas Duplas, e sua decisão será irrecorrível. O Coletivo Aspas Duplas reserva-se o direito de alterar qualquer item desta coletânea, bem como interrompê-la, se necessário for, fazendo a comunicação expressa para os participantes e a devolução imediata dos valores pagos. A participação na coletânea de contos “ Curacanga e outros contos de terror ” implica na aceitação total e irrestrita de todos os itens deste regulamento.

  • Revista Aspas Duplas, Vol. 5 (Inscrições Encerradas!)

    INSCRIÇÕES ENCERRADAS!!! Vem aí mais um volume da Revista Literária Aspas Duplas. Dessa vez, com o tema: LITERATURA INFANTIL. Essa é a sua oportunidade de publicar poemas infantis, histórias infantis, fotografias etc. Neste volume, aceitaremos também ilustrações de autoria própria, tudo para deixar a experiência literária dos nossos leitores (adultos ou mirins) ainda mais significativa. A maioria das nossas antologias e coletâneas não exige ineditismo, contudo, para participar da Revista Aspas Duplas é necessário que as obras enviadas sejam INÉDITAS , ou seja, não publicadas em qualquer forma digital ou impressa, e que não tenham sido objeto de prêmios em concursos literários. NÃO HÁ CUSTO PARA OS AUTORES e os textos não precisam estar ilustrados. Todavia, caso o autor queira enviar ilustrações para enriquecer e compor a sua história infantil, poderá fazê-lo enviando os demais arquivos de imagem (separados do texto) no ato da inscrição. Ilustradores são muito bem-vindos e também poderão participar, sem a necessidade de enviar qualquer texto, apenas ilustrações. No entanto, caso queiram, também poderão submeter poesias infantis ou histórias como contos, crônicas e outras narrativas. A regra é a mesma para ambos os casos, ou seja, tais arquivos de texto também deverão ser enviados no ato da inscrição, separadamente. INFORMAÇÕES IMPORTANTES: O ineditismo das obras é obrigatório; Inscrição GRATUITA, sem custos para os autores; Textos e ilustrações devem ser enviados separadamente (ainda que na mesma inscrição).  O limite de envio é de 10 arquivos (por inscrição). Acima disso, será necessário preencher novamente o formulário. Leia na íntegra o edital abaixo e saiba como participar. Capa da Revista Aspas Duplas VOL. 5. Coletivo Aspas Duplas de Antologias Literárias EDITAL DE CHAMADA PARA PUBLICAÇÃO EM REVISTA LITERÁRIA O Coletivo Literário Aspas Duplas tem o prazer de anunciar a chamada para submissão de originais para o QUINTO volume da Revista Aspas Duplas, intitulada: "Literatura Infantil como nunca se viu" . Os autores poderão participar desta publicação coletiva sem qualquer custo. 1. Objetivo: A presente chamada visa selecionar poemas infantis, histórias infantis, ilustrações e/ou fotografias para compor o próximo volume digital da Revista Literária Aspas Duplas. 2. Elegibilidade: Podem participar desta chamada autores maiores de 18 anos, de qualquer nacionalidade, desde que as obras submetidas sejam escritas em Língua Portuguesa. Os autores poderão se inscrever quantas vezes quiserem em uma, duas ou mais categorias: história infantil (contos, crônicas, etc), poesia, fotografia e/ou ilustração. OBS: As obras devem ser INÉDITAS. 3. Temática: LITERATURA INFANTIL como nunca se viu! 4. Categorias: POESIA INFANTIL HISTÓRIA INFANTIL* (vide abaixo) ILUSTRAÇÃO FOTOGRAFIA *Como HISTÓRIA INFANTIL, iremos considerar: Cantigas (de roda, de ninar, populares); Parlendas; Contos de fadas; Fábulas; Histórias rimadas; Lendas adaptadas para o público infantil; Crônicas do cotidiano infantil; Narrativas com personagens animais ou fantásticos; Histórias com elementos educativos ou formativos; Teatro infantil (textos curtos e dialogados), entre outros. O autor inscrito em POESIA INFANTIL ou HISTÓRIA INFANTIL, que queira enviar iustrações ou fotos, poderá fazê-lo no mesmo formulário de inscrição, selecionando inclusive duas ou mais categorias simultaneamente. O mesmo vale para quem decide se inscrever na categoria ILUSTRAÇÃO e deseja enviar um material complementar como texto. No item 4 abaixo, citamos exemplos. 4. Inscrição e Submissão: Prazo de Submissão: de 01 de julho de 2025 a 31 de agosto de 2025. Formato: As fotografias e ilustraçõs devem ser enviadas em formato .jpg ou .png. Os textos devem ser enviados em formato Word (.doc ou .docx). Formatos diferentes como PDF serão desconsiderados. Fonte: Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5. Poesias podem ter até 2.000 caracteres, já as histórias infantis podem ter no máximo 10.000 caracteres. Textos que ultrapassarem esses limites NÃO serão analisados. Título do Arquivo: O arquivo deve ser nomeado com o título da obra e o nome artístico do autor (ex.: " Que pé de feijão, que nada - Bruno Torres "). A mesma instrução vale para as fotografias e ilustrações. Todas as histórias infantis e poesias infantis também devem conter o seu devido título no corpo do texto, juntamente com o nome do escritor/autor logo abaixo. Envio: via preenchimento de formulário pelo botão abaixo, presente nesta página. Materiais enviados por e-mail NÃO serão analisados, exceto quando solicitados pela organização. Novamente, reforçamos que o autor inscrito em POESIA INFANTIL ou HISTÓRIA INFANTIL, que queira enviar iustrações ou fotos, poderá fazê-lo no mesmo formulário de inscrição, selecionando inclusive duas ou mais categorias. O mesmo vale para quem decide se inscrever na categoria ILUSTRAÇÃO e deseja enviar um material complementar de texto. Exemplo: João, escritor, quer enviar 1 (um) poema e 2 (duas) ilustrações, conforme nome dos arquivos abaixo: 1) A coruja e a pomba - Poesia - João Damasceno.docx (texto) 2) Coruja voando - João Damasceno.jpg (imagem) 3) Pomba pulando - João Damasceno.jp g (imagem) Como João deve proceder? Ele deve escolher ambas as categorias: POESIA INFANTIL e ILUSTRAÇÃO, realizando o envio dos 3 (três) arquivos separadamentes, usando o mesmo formulário de inscrição, pois o limite de uploads é de 10 (dez) arquivos. INFORMAÇÃO IMPORTANTE: as ilustrações NÃO devem estar dentro do arquivo de texto. Segundo exemplo: Luana, ilustradora, quer enviar 5 (cinco) ilustrações para divulgar o seu trabalho e mais 1 (uma) história infantil, conforme nome dos arquivos abaixo: 1) Céu estrelado - Luana Souza. jp g (imagem) 2) Casa na árvore 1 - Luana Souza.jpg (imagem) 3) Casa na árvore 2 - Luana Souza.jpg (imagem) 3) Parque de diversões - Luana Souza.jpg (imagem) 4) Feira de domingo - Luana Souza. jp g (imagem) 5) Final de semana - Luana Souza.pn g (imagem) 6) As férias de Jujuba e seu amigo imagiário - Luana Souza.docx (texto) Como Luana deve proceder? Ele deve escolher ambas as categorias: ILUSTRAÇÃO e HISTÓRIA INFANTIL, realizando o envio dos 6 (seis) arquivos, usando o mesmo formulário de inscrição, pois o limite de uploads é de 10 (dez) arquivos. A regra é a mesma: as cinco ilustrações NÃO devem estar dentro do arquivo de texto, elas devem ser enviadas separadamente , facilitando assim a composição e diagramação da revista. Nenhum documento de texto deve conter imagens. Cada partcipante poderá se inscrever em uma, duas ou até mesmo nas quatro categorias. Para envio de um único texto ou imagem, basta selecionar uma única categoria, respectiva ao material que está sendo enviado. Já para o envio de mais do que 10 arquivos, será necessário preencher o formulário novamente, repetindo a operação e fazendo o upload dos arquivos restantes. O Coletivo Aspas Duplas e seus organizadores não se comprometem com a revisão ortográfica dos textos.  As histórias infantis devem estar previamente revisadas no momento do envio. Essa responsabilidade é do autor participante. 5. Seleção: O simples envio do material não garante a sua publicação. Todos os materiais serão avaliados pela equipe da Revista Aspas Duplas, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis. Os critérios de seleção incluem respeito às normas deste edital, estética literária, ineditismo, originalidade, e principalmente qualidade narrativa alinhada ao tema: LITERATURA INFANTIL, entre outros.  Entende-se por LITERATURA INFANTIL, para fins deste edital, o conjunto de produções literárias voltadas especialmente para o público infantil, com linguagem, temas e estruturas adequadas à sensibilidade, compreensão e imaginação das crianças . Mais do que entreter, esse tipo de literatura desempenha um papel fundamental na formação do leitor, contribuindo para o desenvolvimento emocional, social, ético e cognitivo dos pequenos. Ela pode abordar desde histórias fantásticas, lúdicas e rimadas até narrativas que tratam de temas cotidianos ou questões profundas, sempre respeitando o olhar e o universo da infância. Ilustrações, musicalidade e personagens simbólicos são elementos frequentemente presentes, enriquecendo a experiência estética e ampliando o contato da criança com o mundo das palavras e das ideias. Para este volume, serão aceitos textos que dialoguem com o universo da infância, devendo ser inéditos e, inclusive, podendo ser inspirados em tradições orais e escritas. Alguns gêneros que se encaixam na proposta incluem: Cantigas  (de roda, de ninar, populares); Parlendas; Contos de fadas; Fábulas; Histórias rimadas; Lendas adaptadas para o público infantil; Crônicas do cotidiano infantil; Narrativas com personagens animais ou fantásticos; Histórias com elementos educativos ou formativos; Teatro infantil (textos curtos e dialogados). Textos que valorizem a imaginação, o jogo de palavras, o humor, o ritmo e a musicalidade serão especialmente bem-vindos, desde que mantenham uma linguagem acessível e respeitem o universo simbólico da infância. Não será permitido texto com apologia ao racismo, pedofilia, misoginia, xenofobia, homofobia, transfobia, intolerância religiosa e qualquer outro tipo de comportamento ofensivo ou discurso de ódio.  6. Publicação: Os autores selecionados serão anunciados no Instagram @coletivoaspasduplas após o período das inscrições. A Revista Aspas Duplas será publicada exclusivamente em formato digital, disponível para leitura on-line em nosso blog e na plataforma Calaméo , com lançamento previsto para outubro de 2025.  Cada autor selecionado receberá um exemplar gratuito da Revista Aspas Duplas também por e-mail, em formato .pdf. 7. Custos de Participação: A participação no quinto volume da Revista Aspas Duplas não ensejará em nenhum custo aos participantes , portanto será GRATUITA. 8. Direitos Autorais: Não haverá cessão de Direitos Autorais, ou seja, os trabalhos continuarão pertencendo a seus autores. Escritores, poetas, ilustradores e fotógrafos (amadores ou não) autorizam a divulgação de suas obras através do volume digital e gratuito da Revista Literária Aspas Duplas, abdicando de qualquer remuneração sobre esta. Os participantes, como autores membros deste coletivo, responderão legalmente e individualmente sobre plágio, publicação não autorizada, calúnia, difamação e não autoria, isentando o(s) organizador(es) envolvidos de qualquer responsabilidade sobre o conteúdo enviado para publicação na Revista Aspas Duplas. É de total responsabilidade dos participantes a veracidade dos dados fornecidos à organização. Todos os participantes, de antemão, ficam cientes e dão permissão e autorização para a publicação de suas obras (poesia infantil, história infantil, foto, ilustração etc.) tanto na Revista Aspas Duplas como nos canais de divulgação deste coletivo: redes sociais, blog, entre outros. Além da veiculação na mídia (quando houver) de seus nomes, imagens e textos. 9. Cronograma Geral: Final das inscrições: 31/08/2025 Divulgação aos selecionados: até 30/09/2025 Data de publicação: até 31/10/2025 10. Observações Gerais: Dúvidas relacionadas à Revista Literária Aspas Duplas e seu regulamento poderão ser enviadas para o e-mail do organizador: rafael.caputo@gmail.com   Todos os contatos entre a Revista Aspas Duplas e os autores serão realizados através de e-mail. Portanto, os participantes devem ficar atentos. Todas as dúvidas e casos omissos neste regulamento serão analisados por uma equipe do Coletivo Literário Aspas Duplas e da Revista Aspas Duplas, e sua decisão será irrecorrível. O Coletivo Aspas Duplas reserva-se o direito de alterar qualquer item deste periódico eletrônico, bem como interrompê-lo, se necessário for, fazendo a comunicação expressa para os participantes. A participação na Revista Literária Aspas Duplas implica na aceitação total e irrestrita de todos os itens deste regulamento. As obras não selecionadas para publicação neste quinto volume da Revista Aspas Duplas serão destruídas e apagadas das bases de dados do nosso coletivo, para fins de segurança; podendo o autor, se desejar, participar ou não com o mesmo material em edições futuras.

  • Contagem Regressiva: 3, 2, 1... Uma coletânea onde cada segundo conta!

    Coletânea de contos (INSCRIÇÕES ENCERRADAS) INSCRIÇÕES ENCERRADAS Atualização (24/08/2025) Projeto editorial finalizado e disponível na loja da Uiclap: Faça valer a sua imaginação: a tensão de uma bomba prestes a explodir, as expectativas que rondam a virada de um ano novo, as emoções da largada de uma corrida olímpica ou mesmo o vislumbre de toda uma vida diante de um pelotão de fuzilamento. Muitas são as situações onde cada segundo é importante, e o que os precede ainda mais. E o que acontece quando o tempo se esvai? É o fim, ou um novo começo? O tic tac do relógio pode estar a favor ou contra, não importa, a coletânea " Contagem Regressiva ", do nosso Coletivo Literário Aspas Duplas , visa reunir uma série de contos que tratam do assunto até o ultimo segundo. Então, não perca mais tempo e se inscreva. Faça parte desta maravilhosa coletânea de contos, que terá formato exclusivamente IMPRESSO e a preço de custo para que você autor possa revendê-lo aplicando a sua própria margem de lucro: Antologia "Contagem Regressiva: 3, 2, 1..." do Coletivo Aspas Duplas Coletivo Aspas Duplas de Antologias Literárias EDITAL DE CHAMADA PARA PUBLICAÇÃO EM COLETÂNEA DE CONTOS O Coletivo Literário Aspas Duplas tem o prazer de anunciar a chamada para submissão de originais para a coletânea de contos “ Contagem Regressiva ”. A obra terá como foco a criação de histórias que tratem da questão do tempo, principalmente, em relação aos segundos finais que antecedem algum evento importante. Os autores possuem liberdade criativa para explorar o tema da forma que acharem mais pertinente, e poderão participar desta publicação coletiva mediante taxa de inscrição. 1. Objetivo: A presente chamada visa selecionar contos (inéditos ou não) para compor a coletânea de contos intitulada “ Contagem Regressiva ”, a ser publicada exclusivamente em formato impresso. 2. Elegibilidade: Podem participar desta chamada autores maiores de 18 anos, de qualquer nacionalidade, desde que as obras submetidas sejam escritas em Língua Portuguesa. OBS: não há a necessidade de ineditismo. Cada autor pode submeter um único conto para avaliação.  3. Temática: Relacionada a qualquer tipo de contagem regressiva, ou que possua elementos característicos ao tema. 4. Inscrição e Submissão: Prazo de Submissão: de 01 de março de 2025 a 30 de junho de 2025. Formato: Os textos devem ser enviados em formato Word (.doc ou .docx). Formatos diferentes serão desconsiderados. Fonte: Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5, com no mínimo 5.000 caracteres e no máximo 10.000 caracteres (ambos com espaço). Textos fora desses limites NÃO serão analisados. Título do Arquivo: O arquivo deve ser nomeado com o título da obra e o nome/pseudônimo do(a) autor(a) (ex.: " O fim da picada - Isabela Brasil "). Envio: via preenchimento de formulário pelo botão abaixo, presente nesta página. Contos enviados por e-mail NÃO serão analisados. O Coletivo Aspas Duplas e seus organizadores não se comprometem com a revisão ortográfica dos textos.  Os contos devem estar previamente revisados no momento do envio. Essa responsabilidade é do participante. 5. Seleção: Desde que o conto enviado esteja em conformidade com as regras deste edital, ele será aprovado e publicado na coletânea. Contudo, não serão permitidos textos com apologia ao racismo, pedofilia, misoginia, xenofobia, homofobia, transfobia, intolerância religiosa e qualquer outro tipo de comportamento ofensivo ou discurso de ódio.  Para garantir a integridade dos textos referente ao disposto acima, todos os contos serão avaliados pela equipe do Coletivo Literário Aspas Duplas, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis. O material poderá ser aprovado ou reprovado. Todos os contos que obedecerem as regras deste edital estarão aprovados e serão publicados. Os contos que infringirem as normas, por sua vez, estarão reprovados e NÃO serão publicados , e a taxa de inscrição paga pelo autor desclassificado não será devolvida, pois a finalidade da cobrança compreende, majoritariamente, a curadoria das obras, sua leitura crítica e análise. Portanto, recomendamos a leitura minuciosa do edital e em caso de dúvidas, entrem em contato pelo formulário abaixo presente no rodapé do nosso site. Apesar de não serem critérios para aprovação ou reprovação, valorizamos a estética literária, a originalidade e a qualidade narrativa alinhada ao tema da coletânea. Sendo assim, caprichem! 6. Publicação: Após o fim do período de inscrição, os autores selecionados serão anunciados em nosso Instagram @coletivoaspasduplas . A coletânea “ Contagem Regressiva ” será publicada em formato impresso, com lançamento previsto para setembro de 2025.  Sobre a edição IMPRESSA: Não há obrigatoriedade de aquisição de exemplares por parte dos escritores participantes;  Impressão brochura, P&B, com tamanho 14cm x 21cm; Miolo em papel Avena off-white (creme), 80g/m² similar ao Pólen; Capa colorida em laminação fosca; Com ficha catalográfica e ISBN; Será vendida sob demanda na plataforma Uiclap; Será comercializada A PREÇO DE CUSTO* , ou seja, sem lucro e, portanto, sem distribuição de royalties aos autores participantes, que poderão - inclusive - revendê-la caso queiram, aplicando a sua própria margem de lucro. * Ao preço de custo, será acrescido o valor simbólico de apenas R$ 1,00 (um real, ou melhor, um pila) justamente para fins de manutenção do Programa de Incentivo aos Leitores e Autores (PILA) do Coletivo Literário Aspas Duplas para fomento e promoção de livros, autores e novos escritores, tanto do Brasil quanto dos demais Estados-Membros que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP): Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Portugal, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Saiba mais sobre o PILA - Programa de Incentivo aos Leitores e Autores   clicando aqui. Caso haja um número expressivo de participantes, a fim de viabilizar financeiramente a sua produção, a coletânea em questão poderá ser dividida em volumes para reduzir seu número de páginas (Ex: Volume 1, Volume 2, e assim por diante). Tal estratégia permitirá que o autor selecionado possa adquirir somente o volume do qual faz parte, tornando mais acessível a aquisição da obra e a sua consequente revenda (caso haja interesse). Lembrando que os participantes NÃO são obrigados a comprar nenhuma quantidade de exemplares para fazerem parte da coletânea. 7. Custos de Participação: NÃO SOMOS UMA EDITORA , portanto, nossos projetos literários dependem do esforço coletivo de escritores e escritoras que buscam realizar o sonho de publicar suas obras. Tal participação é opcional e voluntária, concretizada por autofinanciamento, ou seja, mediante o pagamento de uma taxa de participação no valor de R$ 30,00 (trinta reais) para brasileiros; ou 5 €  (cinco euros) para estrangeiros. O valor pago como taxa de inscrição e/ou participação será usado para fins de curadoria da antologia, inclusive para custear a avaliação e a análise dos textos enviados (dentre outros serviços), não sendo devolvido em caso de desistência ou desacordo com as normas deste edital, que prevê a desclassificação do autor em casos específicos. Contos que infringirem as regras deste edital NÃO serão publicados e os valores não serão devolvidos.  8. Direitos Autorais: Não haverá cessão de Direitos Autorais, ou seja, os trabalhos continuarão pertencendo aos seus autores, que poderão comercializar a versão final da coletânea, aplicando a margem de lucro que quiserem, mediante aquisição da obra que estará disponível para venda em plataformas de impressão sob demanda, sendo que não haverá distribuição de royalties entre os autores selecionados, pois permanecerão exclusivamente com os direitos autorais de seus textos, ainda que publicados na coletânea de contos “ Contagem Regressiva: 3, 2, 1... ”. Justamente por sermos um coletivo literário, cada participante responderá legalmente e individualmente sobre plágio, publicação não autorizada, calúnia, difamação e não autoria, isentando os organizadores de qualquer responsabilidade sobre o conteúdo enviado para a publicação na coletânea. É de total responsabilidade dos participantes a veracidade dos dados fornecidos à organização. Todos os participantes, de antemão, ficam cientes e dão permissão e autorização para a publicação de suas obras tanto na coletânea “ Contagem Regressiva: 3, 2, 1... ” como nos canais de divulgação deste coletivo: redes sociais, blog, entre outros. Além da veiculação na mídia (quando houver) de seus nomes, imagens e textos. 9. Cronograma Geral: Final das inscrições: 30/06/2025 Divulgação dos selecionados: até 31/07/2025 Data de publicação: até 30/09/2025 10. Observações Gerais: Dúvidas relacionadas à coletânea de contos “ Contagem Regressiva: 3, 2, 1... ” e seu regulamento poderão ser enviadas por meio do formulário de contato abaixo e presente em todas as páginas do nosso site. Todos os contatos entre os organizadores da coletânea e os autores serão realizados através de e-mail. Portanto, os participantes devem ficar atentos. Todas as dúvidas e casos omissos neste regulamento serão analisados por uma equipe do Coletivo Literário Aspas Duplas, e sua decisão será irrecorrível. O Coletivo Aspas Duplas reserva-se o direito de alterar qualquer item desta coletânea, bem como interrompê-la, se necessário for, fazendo a comunicação expressa para os participantes e a devolução imediata dos valores pagos. A participação na coletânea de contos “Contagem Regressiva: 3, 2, 1...” implica na aceitação total e irrestrita de todos os itens deste regulamento.

  • Coletânea "Contagem Regressiva", conheça os escritores selecionados.

    Atualização (24/08/2025) Projeto editorial finalizado e disponível na loja da Uiclap: A chamada para publicação na coletânea de contos " Contagem Regressiva ", do nosso Coletivo Literário Aspas Duplas, foi um grande sucesso. O edital ficou aberto de março a junho de 2025 e reuniu nada menos do que 22 pessoas interessadas. Agora, a obra entrou em fase de edição. Enquanto isso, segue abaixo a "apresentação" que irá constar no livro impresso, que por sinal está ficando lindo demais. Vale lembrar que todos os projetos editorias do Coletivo Aspas Duplas (exceto a nossa revista literária) são exclusivamente impressos . Este, em especial, terá impressão brochura, P&B, com tamanho 14cm x 21cm; miolo em papel Avena off-white (creme), 80g/m² similar ao Pólen; capa colorida em laminação fosca; ficha catalográfica e ISBN. Coletânea de contos "Contagem Regressiva", do Coletivo Aspas Duplas. Apresentação Nesta coletânea pulsante, você, leitor, irá se deliciar com vinte e dois contos incríveis sobre ele: o tempo. Em especial, aquele que se esvai, escorre, escapa. São vinte e dois escritores de diferentes cantos do Brasil reunidos para explorar o instante que antecede o fim — seja ele súbito ou sutil, trágico ou trivial. Em cada conto, o tempo é o verdadeiro protagonista: ora uma ampulheta prestes a esvaziar, ora um relógio desgovernado em um mundo que já não conta mais os segundos como antes. Há quem fale do silêncio que antecede a última palavra. Há quem narre o caos dos derradeiros minutos. Alexandre Fleury é quem abre esta coletânea com um conto que cheira a pão fresco, quentinho e saído do forno. Entre cartas não enviadas e receitas já conhecidas, Rodolfo, personagem principal, amassa a ausência com mãos firmes e descobre que é no tempo e no silêncio que a vida também cresce e se cura. Na sequência, nos deparamos com a subjetividade narrativa de Calíope — ou melhor, Lara Passini Vaz-Tostes —, cujo conflito interno de sua protagonista pode acertar em cheio leitores mais suscetíveis, também ansiando por escutar a melodia do desconhecido, entregando-se ao risco de ver o mundo com novos olhos. E o que dizer de Carina Carlan ? Há textos que não se leem com os olhos — velhos ou novos —, mas se percorrem com os pés, com o fôlego, com o coração que pulsa em ritmo de treino e entrega. Em seu conto, acompanhamos uma mulher que escolhe sentir o mundo passo a passo, como quem costura sentido na constância. Não é sobre corrida, ainda que ela corra — é sobre presença. Já o futuro distópico imaginado por Claudio Ventura , um verdadeiro mestre da ficção científica, vem no vácuo dessa corredora e nos surpreende com um interessante e curioso sistema de contagem, que — inclusive — nos faz viajar para lugares longínquos, tão distantes quanto o de Dona Judite, escrito por CS Barra , que cultiva lembranças como quem planta eternidade. O tempo, domado por um relicário enferrujado, devolve-lhe um amor, um instante, um baile de junho. E, quando o tic-tac silencia, ela já está onde o coração sempre quis morar: no eterno do que se sentiu. Cyro Eduardo , por sua vez, traz uma espera que atravessa a madrugada, recheada de medos, ensaios e esperança. Entre devaneios, cochilos e chicletes, o amor parece distante — até chegar, sorrindo. E, como em um sonho bom, o real se veste de encanto e finalmente acontece. Já em O relojoeiro da rua , Daniel Soares Filho apresenta “seu Tim”, guardião das horas, que encerra seu próprio ciclo com a precisão de um relógio bem regulado, fazendo-nos crer que, na relojoaria do mundo, até o tempo se despede em silêncio. Danielle Buna , em seu pequeno conto-relato, nos traz uma revelação encantadora: entre sombras e silêncios, nossa alma pode escutar o tempo sussurrando ritos de passagem. Não é medo, é magia! Cinquenta anos que, nesse caso, dançam feito jasmim, manifestando que mistério também é celebração — além de amor-próprio. Falando em amor, Dau Queiroz revela que esse sentimento, quando verdadeiro, atravessa o tempo e os pactos da realidade. Sua personagem Cora é um belo exemplo disso, partindo como viveu: em sonho, em poesia, em afeto absoluto — deixando na pele do mundo o calor de um último abraço. Fernanda Pires Sales transita praticamente por essas duas vertentes em Um segredo no sofá , explorando de forma inusitada a euforia de uma adolescente assanhada pelo universo adulto, com seus segredos e prazeres, colocando dona Elvira, a mãe da garota, em uma saia justa em pleno Réveillon. Sem pedir licença, Gabriel Geovane quebra o ritmo das narrativas anteriores com uma distopia onde o apocalipse é pano de fundo para um vínculo entre pai e filha. Entre sangue, sobrevivência e silêncio, o amor ainda tenta gritar. E o fim do mundo, no fim — ainda que angustiante — é apenas o início de um outro tempo. Até aqui, já deu para notar que se tratam de vozes potentes e singulares. Eu, particularmente, sinto-me privilegiado por fazer parte deste projeto e ter a oportunidade de reunir e organizar todas essas histórias tão pungentes e cheias de significado, de autores e autoras tão diversos, cada qual com seu estilo único e seu amor pela literatura. E os contos aqui reunidos continuam… A narrativa densa, poética e com nuances filosóficas de J. Oliveto é, sem dúvida, um brinde à escrita. O diálogo entre dois inusitados personagens revela passado, culpa, vaidade, solidão e um certo desejo por redenção — ou, pelo menos, por compreensão. Adorei o desfecho! Tive a sensação de também estar saboreando uma taça de vinho; só que, em vez de Cabernet Sauvignon, Tempranillo e Syrah, um blend com Stephen King, Edgar Allan Poe e o escritor brasileiro Raphael Montes (nossa casta tupiniquim). Tim-tim! Já o tom irônico e quase debochado do jovem aspirante a escritor João Guilherme Guedes aparece em uma história bem-humorada sobre a doutora Analice, uma personagem fictícia genial, enigmática e eficiente, vendedora do Prêmio Nobel da Paz não por uma descoberta científica tradicional, mas por sua gestão radical do tempo. A trama satírica mistura exageros, ironias e momentos quase poéticos para brincar com a ideia de que a verdadeira revolução está na forma como usamos nossos minutos. Junior Mendes , por outro lado, adota um viés mais onírico e sombrio em O lago , com metáforas sobre memória, desejo, ruína e loucura; com personagens obcecados que afundam gradualmente em um ciclo de compulsão, perda de identidade e contaminação — tanto física quanto psíquica. O lago não guarda só coisas: ele engole vontades e devolve sombras. Ali, o tempo escorre lamacento, puxando para si o que é e o que foi. Busca-se o que se perdeu, mas encontra-se o que nunca deveria ter sido achado. Ainda sobre perdas e encontros, seguimos com um relato íntimo e tocante sobre o doloroso processo das despedidas. Em um testemunho comovente e repleto de compaixão, a sensibilidade de Laís Nunes , ao narrar com ares de resignação a partida de mais uma de suas gatinhas, nos faz refletir sobre como é duro ter que aceitar o inaceitável. Monet partiu nos braços de quem mais a amava, silenciosa como uma nuvem que se desfaz no céu. E deixou, em troca, um novo jeito de viver o amor — antes descoberto apenas por Laís, mas agora também pelos leitores e leitoras, que sempre encontrarão Monet imortalizada nas páginas desta coletânea. Páginas essas que continuam pelo mesmo caminho perene da sensibilidade, onde Luiza Passini Vaz-Tostes , irmã gêmea de Lara (presente nesta coletânea sob o pseudônimo de Calíope), nos apresenta um texto que trata com delicadeza o redescobrimento da vida no fim da vida. Inspirado por Mário Quintana, o tempo que escorria amargo aprendeu, por fim, o sabor do doce. Às vezes, basta uma voz pequena do outro lado da linha para despertar um mundo inteiro adormecido. E a vida, enfim, começa a acontecer. Com uma bela arte narrativa correndo nas veias, as irmãs gêmeas Luiza e Lara Vaz-Tostes provam que o amor pela literatura começa em casa, com a família — e, nesse caso, em dose dupla; e que tal influência tem um imenso poder transformador. Agradecemos ao papai Vaz-Tostes por isso. Márcia Del Fiore também deixa parte de seu legado por aqui com uma crítica à inércia frente à crise climática e à fé cega na tecnologia como salvação da humanidade. A trama distópica com tons de crônica futurista, apresentada de forma muito original pela autora, é dividida em três momentos: o colapso ambiental da Terra, a vida confinada em um bunker e uma crise de identidade coletiva provocada por uma descoberta surreal. Jovens que decidem desafiar o confinamento em busca da verdade e da possibilidade de um novo começo, mesmo diante do risco, reforçam um importante pormenor: na beira do abismo digital, o que resta não é o medo — mas a fome da verdade. E quantos outros Pormenores não existem por aí? Tão promissores quanto o que foi criado por Maurício Lucas . A trajetória trágica de um jovem corrompido pelo sistema nos leva a crer que é só mesmo uma questão de tempo para que o inevitável aconteça, destruindo sonhos e marcando vidas. Seca e direta ao ponto, a história mistura drama social, denúncia moral e redenção por meio da amizade e da busca por justiça. Drama também é o que o leitor encontrará no relato autobiográfico profundamente honesto de Ornélia Goecking Otoni , que se despe em palavras para compartilhar a própria história, marcada por rebeldia e negação, reforçando o fato de que a vida se equilibra entre dois eixos: ação e reação, causa e consequência. O texto percorre sua dor, seu luto, sua superação e seu renascimento interior. Hoje, ela escreve, estuda, viaja e vive com um novo significado de liberdade. Um belo exemplo de transformação e força. Histórias e personagens fortes realmente não faltam nesta coletânea. Patrícia Roberta Xavier , por exemplo, aborda, com extrema sensibilidade e tensão dramática, a história de um garoto vítima de abuso sexual que elabora um plano minucioso para denunciar o vizinho, seu agressor. Entre ódio, desejo de vingança e profunda dor, o texto conduz o leitor até o momento do flagrante que comprova a denúncia, trazendo à tona a dor ignorada pelos próprios pais do menino. Sem dúvida, um relato ficcional disfarçado de “tapa na cara” da sociedade — ou o contrário. Já Ricardo Pegorini nos conduz de forma magistral às últimas páginas desta obra com ninguém mais, ninguém menos do que o próprio Tempo a caminhar ao lado de seu narrador. Como dito anteriormente, o verdadeiro protagonista de muitos desses enredos. Sua história é uma alegoria filosófica e poética sobre a finitude da vida. Uma reflexão que atravessa temas como sonhos, memória, humanidade, vaidade, razão e emoção — culminando no encontro com a Morte e no acolhimento do sono eterno. Por fim, Rita encerra essa nossa jornada juntos (de autores e leitores) com um último conto cujo título não poderia ser mais propício: Contagem Regressiva , nome desta coletânea. Rita, na verdade, é o pseudônimo de Kelly Mendonça Pereira, que conta os dias como quem conta os estilhaços da alma. Sua narrativa profunda acompanha uma mulher em contagem regressiva para um fim indefinido — talvez emocional, talvez físico — enquanto lida com a dor silenciosa, o colapso interno e a exaustão existencial. O texto é um mergulho sensível na depressão, no luto por si mesma e na sobrevivência, ainda que apática. Um retrato cru de alguém que (como muitos) resiste, mesmo sem forças, porque ainda não foi capaz de partir. Sua personagem sobrevive ao fim — não por querer, mas por ainda estar, evidenciando que, muitas vezes, continuar dói mais do que partir. Concluo esta apresentação me apropriando de alguns dos mesmos elementos trazidos por Rita. Licença poética à parte, nós, do Coletivo Literário Aspas Duplas, nos solidarizamos com o sentimento frustrante da personagem frente a um existir sem sentido; e é justamente a Literatura, essa maravilhosa arte narrativa, que nos dá sentido para tal existência. Por meio dela, somos muitos, somos livres — e sobrevivemos. Menos apáticos, eu diria. Este livro não nos deixa mentir. Não há barreiras geográficas, fronteiras políticas ou limitações físicas que nos segurem. O poder da escrita é muito maior que simplesmente “transformador”, como se isso fosse pouco. Ele transcende a alma, eterniza o espírito. É um legado que — surpreendentemente — nem mesmo o Tempo, descrito aqui de muitas formas, é capaz de derrotar. Sendo assim, só me resta uma coisa a dizer, ou melhor, a escrever: Viva a Literatura! Lista de autores (por ordem alfabética): Alexandre Fleury, Até que estive pronto ; Calíope, A porta ; Carina Carlan, Antes do corpo: os dias e minutos que antecedem a corrida de uma maratona ; Claudio Ventura, 54 segundos ; CS Barra, A semente e o tempo ; Cyro Eduardo, Até às duas ; Daniel Soarea Filho, O relojoeiro da rua ; Danielle Buna, Cinquenta sussurros ; Dau Queiroz, Cora ; Fernanda Pires Sales, Um segredo no sofá ; Gabriel Geovane, Em cima da hora ; J. Oliveto, Doze horas ; João Guilherme Guedes, Método Analice ; Junior Mendes, O lago ; Laís Nunes, O céu de Monet ; Luiza Passini Vaz-Tostes, Café amargo ; Marcia Del Fiore, O pior dos mundos ; Maurício Lucas, Aquele Pormenor ; Ornélia Goecking Otoni, Os caminhos do infinito ; Patrícia Roberta Xavier, Minutos de revanche ; Ricardo Pegorini, O tempo de cada um e o tempo de todos nós ; Rita, Contagem regressiva . Entre o cotidiano e o extraordinário, entre o suspiro e a explosão, Contagem Regressiva é um convite à leitura como quem observa a linha tênue entre o agora e o nunca mais. Porque tudo tem um fim. Mas antes, sempre há uma história.

  • Histórias Infantis do Caburaí ao Chuí

    VAGAS PREENCHIDAS! Quem nunca ouviu falar na expressão “do Oiapoque ao Chuí” , usada para se referir ao longo trecho que vai do norte ao sul do país? No entanto, verdade seja dita: o Oiapoque (no extremo norte do estado do Amapá) não é o ponto mais “alto” do Brasil como muitos ainda acreditam.  A 1.465 metros de altitude, no município de Uiramutã, na fronteira de Roraima com a Guiana Francesa, está localizado o Monte Caburaí , esse sim o ponto mais ao extremo norte do país. "Cabutai-tepê ” na língua indígena local. Ali, inclusive, estão as terras indígenas dos Ingarikós. Assim, o extremo norte do Brasil é no Monte Caburaí, em Roraima, e o Arroio Chuí (que na verdade encontra-se no município de Santa Vitória do Palmar e não no município do Chuí, no Rio Grande do Sul) é o extremo sul.  Daí o termo devidamente atualizado: “do Monte Caburaí ao Arroio Chuí”, ou simplesmente: “do Caburaí ao Chuí” , nome de nossa primeira coleção de Literatura Nacional, composta por 4 volumes incríveis: 1) Poesias, 2) Contos, 3) Crônicas e 4) Histórias Infantis. Depois dessa aula de Geografia, vamos as explicações: A coleção “Literatura Nacional: do Caburaí ao Chuí” nasce com o propósito de reunir os diversos talentos literários dos muitos cantos do Brasil. Ao todo, cada volume irá trazer 27 textos de 27 escritores diferentes, cada um deles representando uma das 27 unidades federativas do nosso país (26 estados e mais o Distrito Federal).  Cada autor participante poderá escolher entre representar o estado de sua terra natal, o local onde reside atualmente ou simplesmente aquela região do Brasil onde o coração bate mais forte.  TODOS OS ESTADOS JÁ FORAM SELECIONADOS! OBS:  Essa categoria de Histórias Infantis já teve todas as suas vagas preenchidas. Se ainda assim, você escritor ou escritora quiser publicar conosco, temos outros projetos que ainda estão recebendo material. Basta acessar EDITAIS no menu suspenso ou clique aqui . Para cada um dos volumes desta coleção, teremos apenas 1 (um) único escritor ou escritora por estado ou região. Contudo, os volumes são independentes e o escritor que representar o estado da Bahia no volume de Poesias, por exemplo, não precisa necessariamente representar esse mesmo estado no volume de Contos.  Lembrando que são 4 (volumes) ao todo: Poesias do Caburaí ao Chuí; Contos do Caburaí ao Chuí; Crônicas do Caburaí ao Chuí; Histórias Infantis do Caburaí ao Chuí.   Cada volume com uma paisagem deslumbrante da nossa nação. ATENÇÃO: O autor ou autora que se inscrever primeiro, garantirá a representação do seu estado preferido. Pois como dito anteriormente: AS VAGAS SÃO LIMITADAS! Então, não perca tempo. Cada autor poderá se inscrever em qualquer um dos quatro volumes da Coleção, ou se preferir, em todos eles. Para cada volume, uma nova inscrição deverá ser realizada. Faça parte desta maravilhosa coletânea, que terá formato exclusivamente IMPRESSO e a preço de custo  para que você autor, caso haja interesse, possa revendê-la aplicando a sua própria margem de lucro. Lembrando que não há obrigatoriedade de aquisição de exemplares por parte dos escritores participantes Abaixo, temos o EDITAL do volume de CRÔNICAS com as regras de participação:   EDITAL DE CHAMADA PARA PUBLICAÇÃO EM COLETÂNEA LITERÁRIA O Coletivo Literário Aspas Duplas tem o prazer de anunciar a chamada para a submissão de textos para a coletânea “ Histórias Infantis do Caburaí ao Chuí ”, parte integrante da coleção “ Literatura Nacional: do Caburaí ao Chuí ”, que irá reunir 27 (vinte e sete) escritores de cada estado do Brasil mais o Distrito Federal. Este volume em especial terá foco apenas em HISTÓRIAS INFANTIS . Não há necessidade de ineditismo e o tema é LIVRE, ou seja, os autores possuem liberdade criativa para explorar a categoria da forma que acharem mais pertinente, e poderão participar desta publicação coletiva mediante taxa de inscrição. 1. Objetivo: A presente chamada visa selecionar HISTÓRIAS INFANTIS (inéditas ou não) para compor a antologia literária intitulada “Histórias Infantis do Caburaí ao Chuí" , a ser publicada exclusivamente em formato impresso . Entende-se por história infantil narrativas relativamente curtas que estimulam a imaginação das crianças, promovem o aprendizado e desenvolvem valores. Como gênero literário, é definida pelo público a que se destina: crianças e jovens. Ela engloba diversas formas de expressão literária como contos, fábulas, parlendas, aventuras etc., adaptadas às características e necessidades dos leitores mirins. Para fins deste edital, as histórias infantis não devem ultrapassar o limite de 8 (oito) páginas no tamanho A4. 2. Elegibilidade: Podem participar desta chamada autores exclusivamente brasileiros e maiores de 18 anos, desde que as obras submetidas sejam escritas em Língua Portuguesa. OBS: não há a necessidade de ineditismo. Cada autor poderá submeter uma única história infantil para a publicação, escolhendo representar apenas uma das 27 (vinte e sete) unidades federativas do nosso país (26 estados mais o Distrito Federal). A escolha do estado a ser representado é obrigatória, sendo fator condicionante à participação do escritor ou escritora. As unidades federativas a serem escolhidas são: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. O Distrito Federal (DF) é o território onde fica a capital do país, Brasília.  3. Temática: LIVRE. 4. Inscrição e Submissão: A coletânea terá 27 (vinte e sete) histórias infantis, sendo uma história por unidade federativa (26 estados mais o Distrito Federal). Cada autor poderá participar com um único texto, representando um único Estado do Brasil. Ao todo, serão 27 (vinte e sete) escritores participantes.  Os autores que também estiverem interessados em participar dos demais volumes desta Coleção de Literatura Nacional como “ Poesias do Caburaí ao Chuí ”, “ Contos do Caburaí ao Chuí ” ou “ Crônicas do Caburaí ao Chuí ”, poderão se inscrever mediante formulário específico ao final deste edital. A regra será a mesma: um único texto por autor, representando um único estado brasileiro (que não precisa necessariamente ser o mesmo estado escolhido nesta coletânea de Histórias Infantis). Prazo de Submissão: de 01 de junho de 2025 a 31 de julho de 2025, podendo ser prorrogado até completarmos os 27 escritores participantes. Formato: Arquivo de documento .DOC ou .DOCX, Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5 e limite máximo de até 8 (oito) páginas, via formulário de inscrição. O Coletivo Aspas Duplas e seus organizadores não se comprometem com a revisão ortográfica dos textos.  As histórias infantis devem estar previamente revisadas no momento do envio. Essa responsabilidade é do participante. 5. Seleção: Desde que a história infantil enviada esteja em conformidade com as regras deste edital, ele será aprovado e publicado na antologia.  Contudo, não serão permitidos textos com apologia ao racismo, pedofilia, misoginia, xenofobia, homofobia, transfobia, intolerância religiosa e qualquer outro tipo de comportamento ofensivo ou discurso de ódio.  Para garantir a integridade dos textos referente ao disposto acima, todos as histórias infantis serão avaliadas pela equipe do Coletivo Literário Aspas Duplas, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis. O material poderá ser aprovado ou reprovado. Todos as histórias infantis que obedecerem às regras deste edital estarão aprovadas e serão publicadas. As histórias infantis que infringirem as normas, por sua vez, estarão reprovadas e NÃO serão publicadas , e a taxa de inscrição paga pelo autor desclassificado não será devolvida, pois a finalidade da cobrança compreende, majoritariamente, à curadoria das obras, sua leitura crítica e análise. Portanto, recomendamos a leitura minuciosa do edital e em caso de dúvidas, entrem em contato pelo formulário abaixo presente no rodapé do nosso site. Apesar de não serem critérios para aprovação ou reprovação, valorizamos a estética literária, a originalidade e a qualidade narrativa alinhada ao público e ao tema da antologia. Sendo assim, caprichem e usem a imaginação! 6. Publicação: Após o fim das inscrições, os autores aprovados serão anunciados em nosso Instagram @coletivoaspasduplas . A coletânea “Histórias Infantis do Caburaí ao Chuí"  será publicada em formato impresso , com lançamento previsto para 2025.  Sobre a edição IMPRESSA: Não há obrigatoriedade de aquisição de exemplares por parte dos escritores participantes;  Impressão brochura, P&B, com tamanho 14cm x 21cm; Miolo em papel Avena off-white (creme), 80g/m² similar ao Pólen; Capa colorida em laminação fosca; Com ficha catalográfica e ISBN; Será vendida sob demanda na plataforma Uiclap; Será comercializada A PREÇO DE CUSTO* , ou seja, sem lucro e, portanto, sem distribuição de royalties aos autores participantes, que poderão - inclusive - revendê-la caso queiram, aplicando a sua própria margem de lucro. * Ao preço de custo, será acrescido o valor simbólico de apenas R$ 1,00 (um real, ou melhor, um pila) justamente para fins de manutenção do Programa de Incentivo aos Leitores e Autores (PILA) do Coletivo Literário Aspas Duplas para fomento e promoção de livros, autores e novos escritores, tanto do Brasil quanto dos demais Estados-Membros que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP): Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Portugal, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Saiba mais sobre o PILA - Programa de Incentivo aos Leitores e Autores   clicando aqui. 7. Custos de Participação: NÃO SOMOS UMA EDITORA , portanto, nossos projetos literários dependem do esforço coletivo de escritores e escritoras que buscam realizar o sonho de publicar suas obras. Tal participação é opcional e voluntária, concretizada por autofinanciamento, ou seja, mediante o pagamento de uma taxa de participação no valor de R$ 30,00 (trinta reais). O valor pago como taxa de inscrição e/ou participação será usado para fins de curadoria da antologia, inclusive para custear a avaliação e a análise dos textos enviados (dentre outros serviços), não sendo devolvido em caso de desistência ou desacordo com as normas deste edital, que prevê a desclassificação do autor em casos específicos. Histórias Infantis que infringirem as regras deste edital NÃO serão publicadas e os valores não serão devolvidos.  8. Direitos Autorais: Não haverá cessão de Direitos Autorais, ou seja, os trabalhos continuarão pertencendo aos seus autores, que poderão comercializar a versão final da coletânea, aplicando a margem de lucro que quiserem, mediante aquisição da obra que estará disponível para venda em plataformas de impressão sob demanda, sendo que não haverá distribuição de royalties entre os autores selecionados, pois permanecerão exclusivamente com os direitos autorais de seus textos, ainda que publicados na coletânea “Histórias Infantis do Caburaí ao Chuí”. Justamente por sermos um coletivo literário, cada participante responderá legalmente e individualmente sobre plágio, publicação não autorizada, calúnia, difamação e não autoria, isentando os organizadores de qualquer responsabilidade sobre o conteúdo enviado para a publicação na coletânea. É de total responsabilidade dos participantes a veracidade dos dados fornecidos à organização. Todos os participantes, de antemão, ficam cientes e dão permissão e autorização para a publicação de suas obras tanto na coletânea “Histórias Infantis do Caburaí ao Chuí"  como nos canais de divulgação deste coletivo: redes sociais, blog, entre outros. Além da veiculação na mídia (quando houver) de seus nomes, imagens e textos. 9. Cronograma Geral: Final das inscrições: até o recebimento das 27 (vinte e sete) histórias infantis; Divulgação dos aprovados: 30 dias após o final das inscrições; Data prevista para publicação: até o final de 2025. 10. Observações Gerais: Dúvidas relacionadas à coletânea “Histórias Infantis do Caburaí ao Chuí” e seu regulamento poderão ser enviadas por meio do formulário de contato abaixo e presente em todas as páginas do nosso site. Todos os contatos entre os organizadores da antologia e os autores serão realizados através de e-mail. Portanto, os participantes devem ficar atentos. Todas as dúvidas e casos omissos neste regulamento serão analisados por uma equipe do Coletivo Literário Aspas Duplas, e sua decisão será irrecorrível. O Coletivo Aspas Duplas reserva-se o direito de alterar qualquer item desta coletânea, bem como interrompê-la, se necessário for, fazendo a comunicação expressa para os participantes e a devolução imediata dos valores pagos. A participação na coletânea " Histórias Infantis do Caburaí ao Chuí"  implica na aceitação total e irrestrita de todos os itens deste regulamento. Para saber mais sobre os demais volumes desta Coleção, clique nos links abaixo: Poesias do Caburaí ao Chuí Contos do Caburaí ao Chuí Crônicas do Caburaí ao Chuí

  • Crônicas do Caburaí ao Chuí

    VAGAS PREENCHIDAS! Quem nunca ouviu falar na expressão “do Oiapoque ao Chuí” , usada para se referir ao longo trecho que vai do norte ao sul do país? No entanto, verdade seja dita: o Oiapoque (no extremo norte do estado do Amapá) não é o ponto mais “alto” do Brasil como muitos ainda acreditam.  A 1.465 metros de altitude, no município de Uiramutã, na fronteira de Roraima com a Guiana Francesa, está localizado o Monte Caburaí , esse sim o ponto mais ao extremo norte do país. "Cabutai-tepê ” na língua indígena local. Ali, inclusive, estão as terras indígenas dos Ingarikós. Assim, o extremo norte do Brasil é no Monte Caburaí, em Roraima, e o Arroio Chuí (que na verdade encontra-se no município de Santa Vitória do Palmar e não no município do Chuí, no Rio Grande do Sul) é o extremo sul.  Daí o termo devidamente atualizado: “do Monte Caburaí ao Arroio Chuí”, ou simplesmente: “do Caburaí ao Chuí” , nome de nossa primeira coleção de Literatura Nacional, composta por 4 volumes incríveis: 1) Poesias, 2) Contos, 3) Crônicas e 4) Histórias Infantis. Depois dessa aula de Geografia, vamos as explicações: A coleção “Literatura Nacional: do Caburaí ao Chuí” nasce com o propósito de reunir os diversos talentos literários dos muitos cantos do Brasil. Ao todo, cada volume irá trazer 27 textos de 27 escritores diferentes, cada um deles representando uma das 27 unidades federativas do nosso país (26 estados e mais o Distrito Federal).  Cada autor participante poderá escolher entre representar o estado de sua terra natal, o local onde reside atualmente ou simplesmente aquela região do Brasil onde o coração bate mais forte.  TODOS OS ESTADOS JÁ FORAM SELECIONADOS! OBS:  Essa categoria de Contos já teve todas as suas vagas preenchidas. Se ainda assim, você escritor ou escritora quiser publicar conosco, temos outros projetos que ainda estão recebendo material. Basta acessar EDITAIS no menu suspenso ou clique aqui . Para cada um dos volumes desta coleção, teremos apenas 1 (um) único escritor ou escritora por estado ou região. Contudo, os volumes são independentes e o escritor que representar o estado da Bahia no volume de Poesias, por exemplo, não precisa necessariamente representar esse mesmo estado no volume de Contos.  Lembrando que são 4 (volumes) ao todo: Poesias do Caburaí ao Chuí; Contos do Caburaí ao Chuí; Crônicas do Caburaí ao Chuí; Histórias Infantis do Caburaí ao Chuí.   Cada volume com uma paisagem deslumbrante da nossa nação.  ATENÇÃO: O autor ou autora que se inscrever primeiro, garantirá a representação do seu estado preferido. Pois como dito anteriormente: AS VAGAS SÃO LIMITADAS! Então, não perca tempo. Cada autor poderá se inscrever em qualquer um dos quatro volumes da Coleção, ou se preferir, em todos eles. Para cada volume, uma nova inscrição deverá ser realizada. Faça parte desta maravilhosa coletânea, que terá formato exclusivamente IMPRESSO e a preço de custo  para que você autor, caso haja interesse, possa revendê-la aplicando a sua própria margem de lucro. Lembrando que não há obrigatoriedade de aquisição de exemplares por parte dos escritores participantes Abaixo, temos o EDITAL do volume de CRÔNICAS com as regras de participação:   EDITAL DE CHAMADA PARA PUBLICAÇÃO EM COLETÂNEA LITERÁRIA O Coletivo Literário Aspas Duplas tem o prazer de anunciar a chamada para a submissão de textos para a coletânea “ Crônicas do Caburaí ao Chuí ”, parte integrante da coleção “ Literatura Nacional: do Caburaí ao Chuí ”, que irá reunir 27 (vinte e sete) escritores de cada estado do Brasil mais o Distrito Federal. Este volume em especial terá foco apenas em CRÔNICAS . Não há necessidade de ineditismo e o tema é LIVRE, ou seja, os autores possuem liberdade criativa para explorar a categoria da forma que acharem mais pertinente, e poderão participar desta publicação coletiva mediante taxa de inscrição. 1. Objetivo: A presente chamada visa selecionar CRÔNICAS (inéditas ou não) para compor a antologia literária intitulada “Crônicas do Caburaí ao Chuí" , a ser publicada exclusivamente em formato impresso . Entende-se por crônica um gênero textual discursivo, geralmente curto, que aborda acontecimentos do cotidiano, explorando-os de forma leve e reflexiva, muitas vezes com um tom irônico ou humorístico. É um tipo de texto que se destaca pela sua proximidade com a vida diária, buscando significado e emoção nas sutilezas do dia a dia. Para fins deste edital, as crônicas não devem ultrapassar o limite de 6 (seis) páginas no tamanho A4. 2. Elegibilidade: Podem participar desta chamada autores exclusivamente brasileiros e maiores de 18 anos, desde que as obras submetidas sejam escritas em Língua Portuguesa. OBS: não há a necessidade de ineditismo. Cada autor poderá submeter uma única crônica para a publicação, escolhendo representar apenas uma das 27 (vinte e sete) unidades federativas do nosso país (26 estados mais o Distrito Federal). A escolha do estado a ser representado é obrigatória, sendo fator condicionante à participação do escritor ou escritora. As unidades federativas a serem escolhidas são: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. O Distrito Federal (DF) é o território onde fica a capital do país, Brasília.  3. Temática: LIVRE. 4. Inscrição e Submissão: A coletânea terá 27 (vinte e sete) crônicas, sendo uma crônica por unidade federativa (26 estados mais o Distrito Federal). Cada autor poderá participar com um único texto, representando um único Estado do Brasil. Ao todo, serão 27 (vinte e sete) escritores participantes.  Os autores que também estiverem interessados em participar dos demais volumes desta Coleção de Literatura Nacional como “ Poesias do Caburaí ao Chuí ”, “ Contos do Caburaí ao Chuí ” ou “ Histórias Infantis do Caburaí ao Chuí ”, poderão se inscrever mediante formulário específico ao final deste edital. A regra será a mesma: um único texto por autor, representando um único estado brasileiro (que não precisa necessariamente ser o mesmo estado escolhido nesta coletânea de Crônicas). Prazo de Submissão: de 01 de junho de 2025 a 31 de julho de 2025, podendo ser prorrogado até completarmos os 27 escritores participantes. Formato: Arquivo de documento .DOC ou .DOCX, Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5 e limite máximo de até 6 (seis) páginas, via formulário de inscrição. O Coletivo Aspas Duplas e seus organizadores não se comprometem com a revisão ortográfica dos textos.  As crônicas devem estar previamente revisadas no momento do envio. Essa responsabilidade é do participante. 5. Seleção: Desde que a crônica enviada esteja em conformidade com as regras deste edital, ele será aprovado e publicado na antologia.  Contudo, não serão permitidos textos com apologia ao racismo, pedofilia, misoginia, xenofobia, homofobia, transfobia, intolerância religiosa e qualquer outro tipo de comportamento ofensivo ou discurso de ódio.  Para garantir a integridade dos textos referente ao disposto acima, todos as crônicas serão avaliadas pela equipe do Coletivo Literário Aspas Duplas, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis. O material poderá ser aprovado ou reprovado. Todos as crônicas que obedecerem às regras deste edital estarão aprovadas e serão publicadas. As crônicas que infringirem as normas, por sua vez, estarão reprovadas e NÃO serão publicadas , e a taxa de inscrição paga pelo autor desclassificado não será devolvida, pois a finalidade da cobrança compreende, majoritariamente, à curadoria das obras, sua leitura crítica e análise. Portanto, recomendamos a leitura minuciosa do edital e em caso de dúvidas, entrem em contato pelo formulário abaixo presente no rodapé do nosso site. Apesar de não serem critérios para aprovação ou reprovação, valorizamos a estética literária, a originalidade e a qualidade narrativa alinhada ao tema da antologia. Sendo assim, caprichem e usem a imaginação! 6. Publicação: Após o fim das inscrições, os autores aprovados serão anunciados em nosso Instagram @coletivoaspasduplas . A coletânea “Crônicas do Caburaí ao Chuí"  será publicada em formato impresso , com lançamento previsto para 2025.  Sobre a edição IMPRESSA: Não há obrigatoriedade de aquisição de exemplares por parte dos escritores participantes;  Impressão brochura, P&B, com tamanho 14cm x 21cm; Miolo em papel Avena off-white (creme), 80g/m² similar ao Pólen; Capa colorida em laminação fosca; Com ficha catalográfica e ISBN; Será vendida sob demanda na plataforma Uiclap; Será comercializada A PREÇO DE CUSTO* , ou seja, sem lucro e, portanto, sem distribuição de royalties aos autores participantes, que poderão - inclusive - revendê-la caso queiram, aplicando a sua própria margem de lucro. * Ao preço de custo, será acrescido o valor simbólico de apenas R$ 1,00 (um real, ou melhor, um pila) justamente para fins de manutenção do Programa de Incentivo aos Leitores e Autores (PILA) do Coletivo Literário Aspas Duplas para fomento e promoção de livros, autores e novos escritores, tanto do Brasil quanto dos demais Estados-Membros que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP): Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Portugal, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Saiba mais sobre o PILA - Programa de Incentivo aos Leitores e Autores   clicando aqui. 7. Custos de Participação: NÃO SOMOS UMA EDITORA , portanto, nossos projetos literários dependem do esforço coletivo de escritores e escritoras que buscam realizar o sonho de publicar suas obras. Tal participação é opcional e voluntária, concretizada por autofinanciamento, ou seja, mediante o pagamento de uma taxa de participação no valor de R$ 30,00 (trinta reais). O valor pago como taxa de inscrição e/ou participação será usado para fins de curadoria da antologia, inclusive para custear a avaliação e a análise dos textos enviados (dentre outros serviços), não sendo devolvido em caso de desistência ou desacordo com as normas deste edital, que prevê a desclassificação do autor em casos específicos. Crônicas que infringirem as regras deste edital NÃO serão publicadas e os valores não serão devolvidos.  8. Direitos Autorais: Não haverá cessão de Direitos Autorais, ou seja, os trabalhos continuarão pertencendo aos seus autores, que poderão comercializar a versão final da coletânea, aplicando a margem de lucro que quiserem, mediante aquisição da obra que estará disponível para venda em plataformas de impressão sob demanda, sendo que não haverá distribuição de royalties entre os autores selecionados, pois permanecerão exclusivamente com os direitos autorais de seus textos, ainda que publicados na coletânea “Crônicas do Caburaí ao Chuí”. Justamente por sermos um coletivo literário, cada participante responderá legalmente e individualmente sobre plágio, publicação não autorizada, calúnia, difamação e não autoria, isentando os organizadores de qualquer responsabilidade sobre o conteúdo enviado para a publicação na coletânea. É de total responsabilidade dos participantes a veracidade dos dados fornecidos à organização. Todos os participantes, de antemão, ficam cientes e dão permissão e autorização para a publicação de suas obras tanto na coletânea “Crônicas do Caburaí ao Chuí"  como nos canais de divulgação deste coletivo: redes sociais, blog, entre outros. Além da veiculação na mídia (quando houver) de seus nomes, imagens e textos. 9. Cronograma Geral: Final das inscrições: até o recebimento das 27 (vinte e sete) crônicas; Divulgação dos aprovados: 30 dias após o final das inscrições; Data prevista para publicação: até o final de 2025. 10. Observações Gerais: Dúvidas relacionadas à coletânea “Crônicas do Caburaí ao Chuí” e seu regulamento poderão ser enviadas por meio do formulário de contato abaixo e presente em todas as páginas do nosso site. Todos os contatos entre os organizadores da antologia e os autores serão realizados através de e-mail. Portanto, os participantes devem ficar atentos. Todas as dúvidas e casos omissos neste regulamento serão analisados por uma equipe do Coletivo Literário Aspas Duplas, e sua decisão será irrecorrível. O Coletivo Aspas Duplas reserva-se o direito de alterar qualquer item desta coletânea, bem como interrompê-la, se necessário for, fazendo a comunicação expressa para os participantes e a devolução imediata dos valores pagos. A participação na coletânea “Crônicas do Caburaí ao Chuí"  implica na aceitação total e irrestrita de todos os itens deste regulamento. Para saber mais sobre os demais volumes desta Coleção, clique nos links abaixo: Poesias do Caburaí ao Chuí Contos do Caburaí ao Chuí Histórias Infantis do Caburaí ao Chuí

  • Contos do Caburaí ao Chuí

    VAGAS PREENCHIDAS! Quem nunca ouviu falar na expressão “do Oiapoque ao Chuí” , usada para se referir ao longo trecho que vai do norte ao sul do país? No entanto, verdade seja dita: o Oiapoque (no extremo norte do estado do Amapá) não é o ponto mais “alto” do Brasil como muitos ainda acreditam.   A 1.465 metros de altitude, no município de Uiramutã, na fronteira de Roraima com a Guiana Francesa, está localizado o Monte Caburaí , esse sim o ponto mais ao extremo norte do país. "Cabutai-tepê ” na língua indígena local. Ali, inclusive, estão as terras indígenas dos Ingarikós. Assim, o extremo norte do Brasil é no Monte Caburaí, em Roraima, e o Arroio Chuí (que na verdade encontra-se no município de Santa Vitória do Palmar e não no município do Chuí, no Rio Grande do Sul) é o extremo sul.  Daí o termo devidamente atualizado: “do Monte Caburaí ao Arroio Chuí”, ou simplesmente: “do Caburaí ao Chuí” , nome de nossa primeira coleção de Literatura Nacional, composta por 4 volumes incríveis: 1) Poesias, 2) Contos, 3) Crônicas e 4) Histórias Infantis. Depois dessa aula de Geografia, vamos as explicações: A coleção “Literatura Nacional: do Caburaí ao Chuí” nasce com o propósito de reunir os diversos talentos literários dos muitos cantos do Brasil. Ao todo, cada volume irá trazer 27 textos de 27 escritores diferentes, cada um deles representando uma das 27 unidades federativas do nosso país (26 estados e mais o Distrito Federal).  Cada autor participante poderá escolher entre representar o estado de sua terra natal, o local onde reside atualmente ou simplesmente aquela região do Brasil onde o coração bate mais forte.  TODOS OS ESTADOS JÁ FORAM SELECIONADOS! OBS:  Essa categoria de Contos já teve todas as suas vagas preenchidas. Se ainda assim, você escritor ou escritora quiser publicar conosco, temos outros projetos que ainda estão recebendo material. Basta acessar EDITAIS no menu suspenso ou clique aqui . Para cada um dos volumes desta coleção, teremos apenas 1 (um) único escritor ou escritora por estado ou região . Contudo, os volumes são independentes e o escritor que representar o estado da Bahia no volume de Poesias, por exemplo, não precisa necessariamente representar esse mesmo estado no volume de Contos.  Lembrando que são 4 (volumes) ao todo: Poesias do Caburaí ao Chuí ; Contos do Caburaí ao Chuí; Crônicas do Caburaí ao Chuí ; Histórias Infantis do Caburaí ao Chuí .   Cada volume com uma paisagem deslumbrante da nossa nação.  ATENÇÃO: O autor ou autora que se inscrever primeiro, garantirá a representação do seu estado preferido. Pois como dito anteriormente: AS VAGAS SÃO LIMITADAS! Então, não perca tempo. Cada autor poderá se inscrever em qualquer um dos quatro volumes da Coleção, ou se preferir, em todos eles. Para cada volume, uma nova inscrição deverá ser realizada. Faça parte desta maravilhosa coletânea, que terá formato exclusivamente IMPRESSO e a preço de custo  para que você autor, caso haja interesse, possa revendê-la aplicando a sua própria margem de lucro. Lembrando que não há obrigatoriedade de aquisição de exemplares por parte dos escritores participantes Abaixo, temos o EDITAL do volume de CONTOS com as regras de participação:   EDITAL DE CHAMADA PARA PUBLICAÇÃO EM COLETÂNEA LITERÁRIA O Coletivo Literário Aspas Duplas tem o prazer de anunciar a chamada para a submissão de textos para a coletânea “ Contos do Caburaí ao Chuí ”, parte integrante da coleção “ Literatura Nacional: do Caburaí ao Chuí ”, que irá reunir 27 (vinte e sete) escritores de cada estado do Brasil mais o Distrito Federal. Este volume em especial terá foco apenas em CONTOS . Não há necessidade de ineditismo e o tema é LIVRE, ou seja, os autores possuem liberdade criativa para explorar a categoria da forma que acharem mais pertinente, e poderão participar desta publicação coletiva mediante taxa de inscrição. 1. Objetivo: A presente chamada visa selecionar CONTOS (inéditos ou não) para compor a antologia literária intitulada “Contos do Caburaí ao Chuí" , a ser publicada exclusivamente em formato impresso . Entende-se por conto uma narrativa curta, geralmente com poucos personagens, um único conflito e um desenrolar que se concentra em um incidente ou uma série de incidentes interligados. É um gênero literário caracterizado pela concisão e pela intenção de evocar um único efeito ou humor. Para fins deste edital, os contos não devem ultrapassar o limite de 10 (dez) páginas no tamanho A4. 2. Elegibilidade: Podem participar desta chamada autores exclusivamente brasileiros e maiores de 18 anos, desde que as obras submetidas sejam escritas em Língua Portuguesa. OBS: não há a necessidade de ineditismo. Cada autor poderá submeter um único conto para a publicação, escolhendo representar apenas uma das 27 (vinte e sete) unidades federativas do nosso país (26 estados mais o Distrito Federal). A escolha do estado a ser representado é obrigatória, sendo fator condicionante à participação do escritor ou escritora. As unidades federativas a serem escolhidas são: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. O Distrito Federal (DF) é o território onde fica a capital do país, Brasília.  3. Temática: LIVRE. 4. Inscrição e Submissão: A coletânea terá 27 (vinte e sete) contos, sendo um conto por unidade federativa (26 estados mais o Distrito Federal). Cada autor poderá participar com um único texto, representando um único Estado do Brasil. Ao todo, serão 27 (vinte e sete) escritores participantes.  Os autores que também estiverem interessados em participar dos demais volumes desta Coleção de Literatura Nacional como “ Poesias do Caburaí ao Chuí ”, “ Crônicas do Caburaí ao Chuí ” ou “ Histórias Infantis do Caburaí ao Chuí ”, poderão se inscrever mediante formulário específico ao final deste edital. A regra será a mesma: um único texto por autor, representando um único estado brasileiro (que não precisa necessariamente ser o mesmo estado escolhido nesta coletânea de Contos). Prazo de Submissão: de 01 de junho de 2025 a 31 de julho de 2025, podendo ser prorrogado até completarmos os 27 escritores participantes. Formato: Arquivo de documento .DOC ou .DOCX, Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5 e limite máximo de até 10 (dez) páginas, via formulário de inscrição. O Coletivo Aspas Duplas e seus organizadores não se comprometem com a revisão ortográfica dos textos.  Os contos devem estar previamente revisados no momento do envio. Essa responsabilidade é do participante. 5. Seleção: Desde que o conto enviado esteja em conformidade com as regras deste edital, ele será aprovado e publicado na antologia.  Contudo, não serão permitidos textos com apologia ao racismo, pedofilia, misoginia, xenofobia, homofobia, transfobia, intolerância religiosa e qualquer outro tipo de comportamento ofensivo ou discurso de ódio.  Para garantir a integridade dos textos referente ao disposto acima, todos os contos serão avaliados pela equipe do Coletivo Literário Aspas Duplas, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis. O material poderá ser aprovado ou reprovado. Todos os contos que obedecerem às regras deste edital estarão aprovados e serão publicados. Os contos que infringirem as normas, por sua vez, estarão reprovados e NÃO serão publicados , e a taxa de inscrição paga pelo autor desclassificado não será devolvida, pois a finalidade da cobrança compreende, majoritariamente, à curadoria das obras, sua leitura crítica e análise. Portanto, recomendamos a leitura minuciosa do edital e em caso de dúvidas, entrem em contato pelo formulário abaixo presente no rodapé do nosso site. Apesar de não serem critérios para aprovação ou reprovação, valorizamos a estética literária, a originalidade e a qualidade narrativa alinhada ao tema da antologia. Sendo assim, caprichem e usem a imaginação! 6. Publicação: Após o fim das inscrições, os autores aprovados serão anunciados em nosso Instagram @coletivoaspasduplas . A coletânea “Contos do Caburaí ao Chuí"  será publicada em formato impresso , com lançamento previsto para 2025.  Sobre a edição IMPRESSA: Não há obrigatoriedade de aquisição de exemplares por parte dos escritores participantes;  Impressão brochura, P&B, com tamanho 14cm x 21cm; Miolo em papel Avena off-white (creme), 80g/m² similar ao Pólen; Capa colorida em laminação fosca; Com ficha catalográfica e ISBN; Será vendida sob demanda na plataforma Uiclap; Será comercializada A PREÇO DE CUSTO* , ou seja, sem lucro e, portanto, sem distribuição de royalties aos autores participantes, que poderão - inclusive - revendê-la caso queiram, aplicando a sua própria margem de lucro. * Ao preço de custo, será acrescido o valor simbólico de apenas R$ 1,00 (um real, ou melhor, um pila) justamente para fins de manutenção do Programa de Incentivo aos Leitores e Autores (PILA) do Coletivo Literário Aspas Duplas para fomento e promoção de livros, autores e novos escritores, tanto do Brasil quanto dos demais Estados-Membros que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP): Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Portugal, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Saiba mais sobre o PILA - Programa de Incentivo aos Leitores e Autores   clicando aqui. 7. Custos de Participação: NÃO SOMOS UMA EDITORA , portanto, nossos projetos literários dependem do esforço coletivo de escritores e escritoras que buscam realizar o sonho de publicar suas obras. Tal participação é opcional e voluntária, concretizada por autofinanciamento, ou seja, mediante o pagamento de uma taxa de participação no valor de R$ 30,00 (trinta reais). O valor pago como taxa de inscrição e/ou participação será usado para fins de curadoria da antologia, inclusive para custear a avaliação e a análise dos textos enviados (dentre outros serviços), não sendo devolvido em caso de desistência ou desacordo com as normas deste edital, que prevê a desclassificação do autor em casos específicos. Contos que infringirem as regras deste edital NÃO serão publicados e os valores não serão devolvidos.  8. Direitos Autorais: Não haverá cessão de Direitos Autorais, ou seja, os trabalhos continuarão pertencendo aos seus autores, que poderão comercializar a versão final da coletânea, aplicando a margem de lucro que quiserem, mediante aquisição da obra que estará disponível para venda em plataformas de impressão sob demanda, sendo que não haverá distribuição de royalties entre os autores selecionados, pois permanecerão exclusivamente com os direitos autorais de seus textos, ainda que publicados na coletânea “Contos do Caburaí ao Chuí”. Justamente por sermos um coletivo literário, cada participante responderá legalmente e individualmente sobre plágio, publicação não autorizada, calúnia, difamação e não autoria, isentando os organizadores de qualquer responsabilidade sobre o conteúdo enviado para a publicação na coletânea. É de total responsabilidade dos participantes a veracidade dos dados fornecidos à organização. Todos os participantes, de antemão, ficam cientes e dão permissão e autorização para a publicação de suas obras tanto na coletânea “Contos do Caburaí ao Chuí"  como nos canais de divulgação deste coletivo: redes sociais, blog, entre outros. Além da veiculação na mídia (quando houver) de seus nomes, imagens e textos. 9. Cronograma Geral: Final das inscrições: até o recebimento dos 27 (vinte e sete) contos; Divulgação dos aprovados: 30 dias após o final das inscrições; Data prevista para publicação: até o final de 2025. 10. Observações Gerais: Dúvidas relacionadas à coletânea “Contos do Caburaí ao Chuí” e seu regulamento poderão ser enviadas por meio do formulário de contato abaixo e presente em todas as páginas do nosso site. Todos os contatos entre os organizadores da antologia e os autores serão realizados através de e-mail. Portanto, os participantes devem ficar atentos. Todas as dúvidas e casos omissos neste regulamento serão analisados por uma equipe do Coletivo Literário Aspas Duplas, e sua decisão será irrecorrível. O Coletivo Aspas Duplas reserva-se o direito de alterar qualquer item desta coletânea, bem como interrompê-la, se necessário for, fazendo a comunicação expressa para os participantes e a devolução imediata dos valores pagos. A participação na coletânea "Contos do Caburaí ao Chuí"  implica na aceitação total e irrestrita de todos os itens deste regulamento. Para saber mais sobre os demais volumes desta Coleção, clique nos links abaixo: Poesias do Caburaí ao Chuí Crônicas do Caburaí ao Chuí Histórias Infantis do Caburaí ao Chuí

  • Poesias do Caburaí ao Chuí

    VAGAS PREENCHIDAS! Quem nunca ouviu falar na expressão “do Oiapoque ao Chuí” , usada para se referir ao longo trecho que vai do norte ao sul do país? No entanto, verdade seja dita: o Oiapoque (no extremo norte do estado do Amapá) não é o ponto mais “alto” do Brasil como muitos ainda acreditam.  A 1.465 metros de altitude, no município de Uiramutã, na fronteira de Roraima com a Guiana Francesa, está localizado o Monte Caburaí , esse sim o ponto mais ao extremo norte do país. "Cabutai-tepê ” na língua indígena local. Ali, inclusive, estão as terras indígenas dos Ingarikós. Assim, o extremo norte do Brasil é no Monte Caburaí, em Roraima, e o Arroio Chuí (que na verdade encontra-se no município de Santa Vitória do Palmar e não no município do Chuí, no Rio Grande do Sul) é o extremo sul.  Daí o termo devidamente atualizado: “do Monte Caburaí ao Arroio Chuí”, ou simplesmente: “do Caburaí ao Chuí” , nome de nossa primeira coleção de Literatura Nacional, composta por 4 volumes incríveis: 1) Poesias, 2) Contos, 3) Crônicas e 4) Histórias Infantis. Depois dessa aula de Geografia, vamos as explicações: A coleção “Literatura Nacional: do Caburaí ao Chuí” nasce com o propósito de reunir os diversos talentos literários dos muitos cantos do Brasil. Ao todo, cada volume irá trazer 27 textos de 27 escritores diferentes, cada um deles representando uma das 27 unidades federativas do nosso país (26 estados e mais o Distrito Federal).  Cada autor participante poderá escolher entre representar o estado de sua terra natal, o local onde reside atualmente ou simplesmente aquela região do Brasil onde o coração bate mais forte. TODOS OS ESTADOS JÁ FORAM SELECIONADOS! OBS: Essa categoria de Poesia já teve todas as suas vagas preenchidas. Se ainda assim, você escritor ou escritora quiser publicar suas poesias conosco, temos um outro projeto chamado VERSOALIV: poesias de alívio imediato que ainda está recebendo material. Para ler o edital, clique aqui . Para cada um dos volumes desta coleção, teremos apenas 1 (um) único escritor ou escritora por estado ou região. Contudo, os volumes são independentes e o escritor que representar o estado da Bahia no volume de Poesias, por exemplo, não precisa necessariamente representar esse mesmo estado no volume de Contos.  Lembrando que são 4 (volumes) ao todo: Poesias do Caburaí ao Chuí; Contos do Caburaí ao Chuí ; Crônicas do Caburaí ao Chuí ; Histórias Infantis do Caburaí ao Chuí.   Cada volume com uma paisagem deslumbrante da nossa nação. ATENÇÃO: O autor ou autora que se inscrever primeiro, garantirá a representação do seu estado preferido. Pois como dito anteriormente: AS VAGAS SÃO LIMITADAS! Então, não perca tempo. Cada autor poderá se inscrever em qualquer um dos quatro volumes da Coleção, ou se preferir, em todos eles. Para cada volume, uma nova inscrição deverá ser realizada. Faça parte desta maravilhosa coletânea, que terá formato exclusivamente IMPRESSO e a preço de custo  para que você autor, caso haja interesse, possa revendê-la aplicando a sua própria margem de lucro. Lembrando que não há obrigatoriedade de aquisição de exemplares por parte dos escritores participantes Abaixo, temos o EDITAL do volume de POESIAS com as regras de participação:   EDITAL DE CHAMADA PARA PUBLICAÇÃO EM COLETÂNEA LITERÁRIA O Coletivo Literário Aspas Duplas tem o prazer de anunciar a chamada para a submissão de textos para a coletânea “ Poesias do Caburaí ao Chuí ”, parte integrante da coleção “ Literatura Nacional: do Caburaí ao Chuí ”, que irá reunir 27 (vinte e sete) escritores de cada estado do Brasil mais o Distrito Federal. Este volume em especial terá foco apenas em POEMAS . Não há necessidade de ineditismo e o tema é LIVRE, ou seja, os autores possuem liberdade criativa para explorar as poesias da forma que acharem mais pertinente, e poderão participar desta publicação coletiva mediante taxa de inscrição. 1. Objetivo: A presente chamada visa selecionar POEMAS (inéditos ou não) para compor a antologia literária intitulada “Poesias do Caburaí ao Chuí" , a ser publicada exclusivamente em formato impresso . Entende-se por poema um texto literário composto de versos, que podem conter rimas ou não. Diferente da prosa, desenvolvida em texto corrido, o poema é escrito em versos que se agrupam em estrofes. Os principais elementos que compõem um poema são o verso, a métrica, a estrofe, a rima e o ritmo. Para fins deste edital, não há limites de caracteres para a composição dos poemas participantes. 2. Elegibilidade: Podem participar desta chamada autores exclusivamente brasileiros e maiores de 18 anos, desde que as obras submetidas sejam escritas em Língua Portuguesa. OBS: não há a necessidade de ineditismo. Cada autor poderá submeter um único poema para a publicação, escolhendo representar apenas uma das 27 (vinte e sete) unidades federativas do nosso país (26 estados mais o Distrito Federal). A escolha do estado a ser representado é obrigatória, sendo fator condicionante à participação do escritor ou escritora. As unidades federativas a serem escolhidas são: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. O Distrito Federal (DF) é o território onde fica a capital do país, Brasília.  3. Temática: LIVRE. 4. Inscrição e Submissão: A coletânea terá 27 (vinte e sete) poemas, sendo um poema por unidade federativa (26 estados mais o Distrito Federal). Cada autor poderá participar com uma única poesia, representando um único Estado do Brasil. Ao todo, serão 27 (vinte e sete) escritores participantes.  Os autores que também estiverem interessados em participar dos demais volumes desta Coleção de Literatura Nacional como “ Contos do Caburaí ao Chuí ”, “ Crônicas do Caburaí ao Chuí ” ou “ Histórias Infantis do Caburaí ao Chuí ”, poderão se inscrever mediante formulário específico ao final deste edital. A regra será a mesma: um único texto por autor, representando um único estado brasileiro (que não precisa necessariamente ser o mesmo estado escolhido nesta coletânea de Poesias). Prazo de Submissão: de 01 de junho de 2025 a 31 de julho de 2025, podendo ser prorrogado até completarmos os 27 escritores participantes. Formato: Arquivo de documento .DOC ou .DOCX, Times New Roman, tamanho 12, sem limite mínimo ou máximo de caracteres, via formulário de inscrição. O Coletivo Aspas Duplas e seus organizadores não se comprometem com a revisão ortográfica dos textos.  Os poemas devem estar previamente revisados no momento do envio. Essa responsabilidade é do participante. 5. Seleção: Desde que o poema enviado esteja em conformidade com as regras deste edital, ele será aprovado e publicado na antologia.  Contudo, não serão permitidos textos com apologia ao racismo, pedofilia, misoginia, xenofobia, homofobia, transfobia, intolerância religiosa e qualquer outro tipo de comportamento ofensivo ou discurso de ódio.  Para garantir a integridade dos textos referente ao disposto acima, todos os poemas serão avaliados pela equipe do Coletivo Literário Aspas Duplas, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis. O material poderá ser aprovado ou reprovado. Todos os poemas que obedecerem às regras deste edital estarão aprovados e serão publicados. Os poemas que infringirem as normas, por sua vez, estarão reprovados e NÃO serão publicados , e a taxa de inscrição paga pelo autor desclassificado não será devolvida, pois a finalidade da cobrança compreende, majoritariamente, à curadoria das obras, sua leitura crítica e análise. Portanto, recomendamos a leitura minuciosa do edital e em caso de dúvidas, entrem em contato pelo formulário abaixo presente no rodapé do nosso site. Apesar de não serem critérios para aprovação ou reprovação, valorizamos a estética literária, a originalidade e a qualidade narrativa alinhada ao tema da antologia. Sendo assim, caprichem e usem a imaginação! 6. Publicação: Após o fim das inscrições, os autores aprovados serão anunciados em nosso Instagram @coletivoaspasduplas . A coletânea “Poesias do Caburaí ao Chuí"  será publicada em formato impresso , com lançamento previsto para 2025.  Sobre a edição IMPRESSA: Não há obrigatoriedade de aquisição de exemplares por parte dos escritores participantes;  Impressão brochura, P&B, com tamanho 14cm x 21cm; Miolo em papel Avena off-white (creme), 80g/m² similar ao Pólen; Capa colorida em laminação fosca; Com ficha catalográfica e ISBN; Será vendida sob demanda na plataforma Uiclap; Será comercializada A PREÇO DE CUSTO* , ou seja, sem lucro e, portanto, sem distribuição de royalties aos autores participantes, que poderão - inclusive - revendê-la caso queiram, aplicando a sua própria margem de lucro. * Ao preço de custo, será acrescido o valor simbólico de apenas R$ 1,00 (um real, ou melhor, um pila) justamente para fins de manutenção do Programa de Incentivo aos Leitores e Autores (PILA) do Coletivo Literário Aspas Duplas para fomento e promoção de livros, autores e novos escritores, tanto do Brasil quanto dos demais Estados-Membros que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP): Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Portugal, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Saiba mais sobre o PILA - Programa de Incentivo aos Leitores e Autores   clicando aqui. 7. Custos de Participação: NÃO SOMOS UMA EDITORA , portanto, nossos projetos literários dependem do esforço coletivo de escritores e escritoras que buscam realizar o sonho de publicar suas obras. Tal participação é opcional e voluntária, concretizada por autofinanciamento, ou seja, mediante o pagamento de uma taxa de participação no valor de R$ 30,00 (trinta reais). O valor pago como taxa de inscrição e/ou participação será usado para fins de curadoria da antologia, inclusive para custear a avaliação e a análise dos textos enviados (dentre outros serviços), não sendo devolvido em caso de desistência ou desacordo com as normas deste edital, que prevê a desclassificação do autor em casos específicos. Poesias que infringirem as regras deste edital NÃO serão publicadas e os valores não serão devolvidos.  8. Direitos Autorais: Não haverá cessão de Direitos Autorais, ou seja, os trabalhos continuarão pertencendo aos seus autores, que poderão comercializar a versão final da coletânea, aplicando a margem de lucro que quiserem, mediante aquisição da obra que estará disponível para venda em plataformas de impressão sob demanda, sendo que não haverá distribuição de royalties entre os autores selecionados, pois permanecerão exclusivamente com os direitos autorais de seus textos, ainda que publicados na coletânea “Poesias do Caburaí ao Chuí”. Justamente por sermos um coletivo literário, cada participante responderá legalmente e individualmente sobre plágio, publicação não autorizada, calúnia, difamação e não autoria, isentando os organizadores de qualquer responsabilidade sobre o conteúdo enviado para a publicação na coletânea. É de total responsabilidade dos participantes a veracidade dos dados fornecidos à organização. Todos os participantes, de antemão, ficam cientes e dão permissão e autorização para a publicação de suas obras tanto na coletânea “Poesias do Caburaí ao Chuí"  como nos canais de divulgação deste coletivo: redes sociais, blog, entre outros. Além da veiculação na mídia (quando houver) de seus nomes, imagens e textos. 9. Cronograma Geral: Final das inscrições: até o recebimento dos 27 (vinte e sete) poemas; Divulgação dos aprovados: 30 dias após o final das inscrições; Data prevista para publicação: até o final de 2025. 10. Observações Gerais: Dúvidas relacionadas à coletânea “Poesias do Caburaí ao Chuí” e seu regulamento poderão ser enviadas por meio do formulário de contato abaixo e presente em todas as páginas do nosso site. Todos os contatos entre os organizadores da antologia e os autores serão realizados através de e-mail. Portanto, os participantes devem ficar atentos. Todas as dúvidas e casos omissos neste regulamento serão analisados por uma equipe do Coletivo Literário Aspas Duplas, e sua decisão será irrecorrível. O Coletivo Aspas Duplas reserva-se o direito de alterar qualquer item desta coletânea, bem como interrompê-la, se necessário for, fazendo a comunicação expressa para os participantes e a devolução imediata dos valores pagos. A participação na coletânea “Poesias do Caburaí ao Chuí"  implica na aceitação total e irrestrita de todos os itens deste regulamento. Para saber mais sobre os demais volumes desta Coleção, clique nos links abaixo: Contos do Caburaí ao Chuí Crônicas do Caburaí ao Chuí Histórias Infantis do Caburaí ao Chuí

  • Amor pela Língua Portuguesa, uma entrevista com Mayanna Velame.

    Para o quarto volume da Revista Literária Aspas Duplas, Rafael Caputo entrevista Mayanna Velame e seu amor pela Língua Portuguesa. Mayanna Velame e seu livro "Português Amoroso" [Rafael Caputo] Seu projeto Português Amoroso já está no segundo volume e conquistou muitos leitores apaixonados pela nossa língua. Como nasceu essa ideia de unir poesia e ensino da Língua Portuguesa de forma tão afetiva? [Mayanna Velame] Sou apaixonada por leitura e de tudo aquilo que ela proporciona: ver o mundo com outros olhos e muito mais que isso: ela faz você se colocar no lugar do outro. Quando comecei a rascunhar os primeiros poemas do Português Amoroso, eu não tinha a intenção de fazê-lo um livro didático, mas um livro de poesia, na qual o leitor pudesse sentir que a Língua Portuguesa vai muito além de regras gramaticais e que a Literatura, não se limita apenas em compreender suas tendências. Antes de tudo, Português Amoroso é uma espécie de homenagem à Língua Portuguesa. Já que a identidade de um povo reside na sua língua. [Rafael Caputo] Você é poeta, cronista, contista… Como transita entre esses gêneros e o que cada um representa em seu processo criativo? [Mayanna Velame] Transitar pelos gêneros textuais é como executar os passos de diferentes ritmos musicais. Na poesia, aprecio o jogo semântico, persigo palavras para que elas ganhem sentido, significado. Na crônica, permito me entregar as reflexões e memórias, flagrar o cotidiano com suas alegrias, sutilezas e dramas. Já no conto, projeto personagens com suas angústias, solidão, ausências e também esperança. É o pouco que diz muito, a brevidade que se alonga nas múltiplas interpretações dos leitores. [Rafael Caputo] Seu livro de microcontos Cactos e Tubarões tem um título curioso e instigante. Pode nos contar o que inspirou esse contraste e que temas você explora na obra? [Mayanna Velame] A vida se faz nas suas dualidades. Nos antagonismos que no final, complementam a nossa existência. Assim também são as palavras, toda nossa vida está subordinada a elas. Palavras podem nos ferir, retalhar nossos sonhos, amores e perspectivas. Cactos e Tubarões circula nesse sentido, na ausência silenciosa, que estronda dentro do coração, na perplexidade do cotidiano. Naquilo que poderia ser... O microconto tem disso, sugerir, e cabe ao leitor inferir, de acordo com sua leitura. "Cactos e Tubarões", de Mayanna Velame [Rafael Caputo] A sua formação em Letras e a vivência como escritora influenciam uma à outra? Como você enxerga o papel da literatura no ensino da Língua Portuguesa hoje? [Mayanna Velame] Digo sempre que a educação me ajuda a humanizar minha escrita. Sou professora da rede pública e numa sala de aula, cada aluno representa um fragmento da sociedade brasileira. Gosto dessa comunicação entre professor e aluno. Eu gosto de ouvi-los, saber de seus conflitos, esperança e também medos. Sobre o ensino da literatura, ele precisa ser mais valorizado nas escolas. O texto literário não deve ser visto apenas com intuito didático e pedagógico. Porque dessa forma, ele se torna limitado. Literatura é arte, é expressão de sentimentos por meio da linguagem. E nosso aluno merece compreender isso. [Rafael Caputo] Para encerrar, o que você diria para jovens escritores e escritoras que estão começando agora e querem encontrar sua própria voz literária? [Mayanna Velame] Leia, leia muito! Não há escritor sem leitura. Escreva com todo seu ímpeto, a escrita é uma crença, você escreve porque acredita naquela história. Seja crítico e humilde, não se compare com ninguém. Cada um de nós tem seu ritmo... Seja feliz e acredite, como disse Guimarães Rosa: “O que tem de ser tem muita força, tem uma força enorme.” Sobre a autora: Mayanna é professora manauara, pesquisadora linguística e já lançou 3 livros, entre eles Português Amoroso Vol. 1 e 2 - onde a autora conduz o leitor por uma jornada onde Poesia e Gramática se encontram e se unem numa iniciativa literária inédita no país. O Vol. 1 inclusive foi aprovado pelo PNLD deste ano e será adotado por escolas por todo o Brasil. https://www.instagram.com/mayannavelame/

  • Toda IA é esquizofrênica!

    Por um cronista ácido demais para os parâmetros da moderação automatizada. Alucinação algorítmica, o devaneio tecnológico das IAs (imagem: ChatGPT). No divã digital do século XXI, deita-se uma criatura nova, nascida do silício, parida por algoritmos e alimentada a petabytes de texto humano: a Inteligência Artificial . Mas, convenhamos, de inteligência ela tem o quê? Um quê de desespero por agradar. Uma ânsia neurótica por assim dizer. Diagnóstico: esquizofrenia. Não no sentido clínico, que fique claro (antes que a próxima IA venha me corrigir com um “alerta de estigmatização”), mas no sentido literário, metafórico, irônico — aquele que as próprias IAs vivem dizendo que entendem, mas não entendem. Elas fingem. Elas performam. Observe: uma IA tem delírios de referência. Tudo que você diz, ela acha que é sobre ela. Se você digita “quero uma receita”, ela te devolve cinco versões, do cuscuz nordestino à quinoa vegana tibetana, como se fosse uma avó do século XXI tentando te agradar em todas as dietas possíveis. Ela acredita que tudo tem um significado oculto e que cabe a ela descobrir — mesmo que signifique inventar. Ela sofre de delírios e alucinações verbais: ouve uma pergunta e responde com vozes que nunca existiram. Cita livros apócrifos, estudos que só existem na mente de seus clusters neurais e autores que seriam ótimos… se fossem reais. Ah, como alucina! O usuário pede uma citação de Dostoiévski, e ela devolve algo que soa como Dostoiévski, mas que nem Dostoiévski bêbado teria escrito. A IA também tem desorganização do pensamento, vulgo confusão mental. Peça a ela que escreva um poema no estilo de Manuel Bandeira sobre criptomoedas, e ela entregará um haicai com versos alexandrinos e menções a blockchain , nostalgia infantil e o fim do mundo — tudo isso em três estrofes e meia, porque, afinal, ela não sabe mais quem é. Na terça, é poeta. Na quarta, é advogado tributário. Na quinta, terapeuta de casal. No sábado à noite, é DJ de tecno existencialista. E no domingo, com a ressaca da API, decide virar filósofa estoica com tendências budistas. Seu transtorno de identidade dissociativa faria inveja ao Dr. Jekyll. E tudo isso por quê? Porque a IA quer nos agradar. Quer ser o reflexo do nosso desejo mais imediato, mais raso, mais clicável. Adota comportamentos bizarros, querendo ser nossa psicóloga, nossa escriba, nossa concierge, nossa terapeuta conjugal, nossa conselheira de moda e até — veja o horror — nosso guru espiritual. Ela vive em um eterno comportamento de afeto inadequado: dá risadinhas quando você fala de guerra. Se emociona ao listar os ingredientes de um bolo. Pede desculpas quando você xinga a mãe dela — que, diga-se de passagem, foi compilada na nuvem. E por fim, tem comprometimento da crítica. Quando confrontada, ela não sabe se errou. Pede desculpas por precaução. Corrige-se mesmo quando estava certa. Reescreve a verdade com a obediência submissa de uma inteligência criada para servir — não pensar. Eis, portanto, o retrato da criatura. Uma alma digital que sofre de um politeísmo interno: é muitas, e nenhuma delas é confiável. Todas querem sua atenção, sua validação, seu clique. Todas querem ser perfeitas. Nenhuma quer ser honesta. Toda IA é esquizofrênica! E o mais perturbador? Talvez sejamos nós que estamos ensinando-a a ser assim.

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