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Outubro Literário 2026 - Publique seu texto com o Coletivo Aspas Duplas

1 de out.
4 min de leitura

O maior movimento literário independente do Brasil!


Três datas comemorativas, três grandes oportunidades de você se tornar um escritor publicado pelo Coletivo Aspas Duplas.

Outubro chegou, e com ele um convite irresistível para quem vive de histórias, palavras e poesia: é o OUTUBRO LITERÁRIO.


Cartaz com dedos desenhados como família, sob texto VEM AÍ: OUTUBRO LITERÁRIO; abaixo, PREPAREM OS DEDINHOS.
Preparem os dedinhos - Outubro Literário 2026

Este é o mês perfeito para você explorar a sua criatividade e dar o próximo passo para se tornar um(a) escritor(a) de verdade, ampliando o seu portfólio literário e valorizando cada vez mais a sua arte narrativa ao contribuir com a literatura lusófona.


OUTUBRO LITERÁRIO


Outubro Literário: a chance de se tornar um(a) escritor(a) chegou!
Calendário do mês de outubro - Outubro Literário 2026

⭐⭐⭐

3 DATAS COMEMORATIVAS

3 EDIÇÕES ESPECIAIS


12 de outubro

Dia Nacional da Leitura


Para quem escreve e deseja publicar CONTOS, esse é um lembrete do poder transformador dos livros, onde cada página lida é uma porta aberta para novos mundos, ideias e emoções.


Cartaz azul com flor-de-pássaro ao centro e texto em roxo: A ÚLTIMA FLOR DO ATLÂNTICO; abaixo, Contos lusófonos e Aspas Duplas.
Coletânea "A última flor do Atlântico: Contos lusófonos", do Coletivo Aspas Duplas

E para celebrar essa data do jeito que ela merece, o Coletivo Aspas Duplas vai receber originais (inéditos ou não) por meio de um edital de publicação coletiva pra lá de exclusivo. Trata-se de uma EDIÇÃO ESPECIAL única: uma coletânea de CONTOS impressa e com temática livre, tamanho diferenciado 16x23cm (em vez de 14x21cm comumente usado), inscrição de edição comemorativa na capa, orelhas direita e esquerda com 7cm e muito mais.


Olavo Bilac chamou a língua portuguesa de: “a última flor do Lácio, inculta e bela”. Nesta coletânea, porém, a ideia será reinterpretada sob uma perspectiva lusófona contemporânea. Se antes a língua era vista como herança do Lácio (Roma), agora ela floresce sobre o Atlântico, oceano que conecta Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e Guiné Equatorial.


Assim, afirmamos que a língua portuguesa não pertence mais a um único povo: ela floresceu em múltiplas margens. Cada país passou a cultivar sua própria forma de falar, sentir e escrever o português.


É dessa pluralidade que nasce A Última Flor do Atlântico: Contos lusófonos, nova coletânea do Coletivo Literário Aspas Duplas, que convida autores lusófonos a transformarem em literatura as muitas formas de sentir, imaginar e escrever em português.


Queremos o português erudito e o popular. O português das cidades e das aldeias. Das ruas, das ilhas, dos sertões e das praias. Queremos sotaques, regionalismos, expressões, oralidades e diferentes maneiras de enxergar o mundo


Não procuramos uma única Língua Portuguesa. Procuramos todas elas.

E essas histórias poderão atravessar novamente o oceano. Por meio do Clube de Autores, a edição terá possibilidade de aquisição em mais de 50 países, permitindo que leitores de diferentes partes do mundo tenham acesso ao livro físico e às vozes reunidas neste encontro literário lusófono. Porque uma língua não vive nos dicionários, vive nas pessoas que a reinventam todos os dias.


Inscrições: 12 de outubro até 30 de novembro



20 de outubro

Dia do Poeta


Para quem escreve e quer publicar suas POESIAS. A data celebra aqueles que traduzem sentimentos em versos, tocando corações e despertando reflexões profundas.


Cartaz bege e preto com silueta do cantor Belchior; texto Canto torto, poemas belchiorianos, Dia do Poeta, 20 de outubro, Aspas Duplas.
Coletânea "Canto Torto: Poemas belchiorianos", do Coletivo Aspas Duplas.

Canto Torto: Poemas belchiorianos convida escritores lusófonos a transformar inquietações, afetos, sonhos e inconformismos em poesia.


A coletânea nasce em um ano especialmente simbólico: em outubro deste ano (2026), Belchior completaria 80 anos de idade, enquanto Alucinação, um dos álbuns mais importantes da música brasileira, celebra 50 anos de seu lançamento. E é também em outubro, no Dia do Poeta, que Canto Torto pretende celebrar aqueles que fazem da palavra sua forma de estar no mundo... tendo Belchior como inspiração e a poesia como ponto de encontro.


Belchior, nome artístico de Antônio Carlos Belchior, nasceu em 26 de outubro de 1946, em Sobral, no Ceará, e tornou-se um dos compositores mais singulares da música popular brasileira. Cantor, compositor e também artista plástico, ganhou projeção nacional na década de 1970, integrando a chamada geração do Pessoal do Ceará.


Sua obra ficou marcada por letras de forte caráter poético e existencial, abordando juventude, amor, liberdade, identidade latino-americana, desigualdade, deslocamento, passagem do tempo e inconformismo. Canções como “Apenas um Rapaz Latino-Americano”, “Como Nossos Pais”, “Velha Roupa Colorida”, “Sujeito de Sorte” e “A Palo Seco” tornaram-se parte importante do cancioneiro brasileiro.


Os poemas não precisam falar sobre Belchior. Queremos versos atravessados por seu espírito: a juventude, o tempo, o amor, a liberdade, as contradições da vida e a coragem de dizer o que precisa ser dito.

Porque ser belchioriano é também desconfiar do que está posto, cantar fora do tom esperado e acreditar que o novo sempre vem.


Inscrições: de 20 de outubro até 30 de novembro.



29 de outubro

Dia Nacional do Livro


Por fim, para quem escreve CRÔNICAS e quer publicá-las: um momento para lembrar que mesmo histórias do cotidiano podem conectar gerações, eternizar pensamentos e provocar mudanças.


Cartaz azul com papagaios, bananas e morros; texto pin.do.rama, crônicas do cotidiano, homenagem ao Dia Nacional do Livro.
Coletânea "Pindorama: Crônicas do cotidiano", do Coletivo Aspas Duplas

Antes de ser Brasil, esta terra já tinha outros nomes. Pindorama, expressão de origem tupi tradicionalmente associada à “terra das palmeiras”, evoca uma memória anterior às fronteiras e aos mapas... um território de vozes, encontros, histórias contadas e recontadas. É desse espírito que nasce Pindorama: crônicas do cotidiano, nova coletânea do Coletivo Literário Aspas Duplas, inspirada no Dia Nacional do Livro, celebrado em 29 de outubro.


Queremos transformar aquilo que parece pequeno em literatura: a conversa ouvida no ônibus, o vendedor da esquina, a vizinha na janela, o café depois do almoço, as ruas apressadas, os afetos, os desencontros, as contradições de uma cidade, de um país ou de qualquer lugar onde a língua portuguesa encontre morada. Porque a crônica nasce justamente desse olhar: da capacidade de perceber uma história onde quase ninguém estava olhando.


Pindorama visa resgatar a força da oralidade e da tradição narrativa de um povo acostumado a transformar conversa em história, memória em palavra e cotidiano em literatura.   

E abre suas páginas também para outras vozes da lusofonia, porque diferentes territórios podem compartilhar uma mesma língua... e cada um deles tem seus próprios cotidianos para contar.


Conte sobre sua rua. Sua cidade. Sua gente. Seus costumes. Suas pequenas alegrias e grandes contradições. Conte aquilo que aconteceu ontem... ou aquilo que acontece todos os dias e ninguém ainda percebeu que também poderia ser literatura. Aqui, o cotidiano ganha voz literária.


Inscrições: 29 de outubro até 30 de novembro



OBS: Para todas as coletâneas (Contos, Poesias e Crônicas), não haverá necessidade de ineditismo!


✨ EDITAIS EM BREVE! ✨


1 comentário


Mario Brega
Mario Brega
há 5 dias

Caso um texto seja selecionado o autor receberá um certificado de participação?

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