A última flor do Atlântico | INSCRIÇÕES EM BREVE
⭐⭐⭐ OUTUBRO LITERÁRIO ⭐⭐⭐
Olavo Bilac* chamou a língua portuguesa de: “a última flor do Lácio, inculta e bela”. Nesta coletânea, porém, a ideia será reinterpretada sob uma perspectiva lusófona contemporânea. Se antes a língua era vista como herança de Lácio (Roma), agora ela floresce sobre o Atlântico, oceano que conecta Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e Guiné Equatorial.
*Olavo Bilac (1865–1918) foi um dos mais importantes poetas brasileiros e um dos principais representantes do Parnasianismo no Brasil. Jornalista, cronista e membro fundador da Academia Brasileira de Letras, destacou-se pelo cuidado formal e pela valorização da Língua Portuguesa. É autor do célebre poema “Língua Portuguesa”, no qual definiu nosso idioma como “Última flor do Lácio, inculta e bela” — verso que inspira diretamente o título desta coletânea de contos: "A Última Flor do Atlântico".Assim, afirmamos que a Língua Portuguesa não pertence mais a um único povo: ela floresceu em múltiplas margens. Cada país passou a cultivar sua própria forma de falar, sentir e escrever o português.
É dessa pluralidade que nasce "A Última Flor do Atlântico: Contos lusófonos", nova coletânea de contos do Coletivo Literário Aspas Duplas, que convida autores lusófonos a transformarem em literatura as muitas formas de sentir, imaginar e escrever em português.
OBS: apesar da inspiração surgir de uma poesia de Olavo Bilac, a coletânea proposta é de CONTOS.
Queremos o português erudito e o popular. O português das cidades e das aldeias. Das ruas, das ilhas, dos sertões e das praias. Queremos sotaques, regionalismos, expressões, oralidades e diferentes maneiras de enxergar o mundo.
Não procuramos uma única Língua Portuguesa. Procuramos todas elas!
A última flor do Atlântico faz parte de um movimento criado pelo Coletivo Aspas Duplas intitulado OUTUBRO LITERÁRIO e nasce também como uma homenagem ao Dia da Nacional da Leitura, celebrado em 12 de outubro.

A data inspira este encontro entre escritores lusófonos e reforça aquilo que está no coração da coletânea: celebrar a literatura como território de criação, memória, identidade e aproximação entre os povos. Por meio de contos escritos em Língua Portuguesa, queremos reunir diferentes vozes, culturas e maneiras de narrar o mundo, fazendo de cada história uma pétala desta flor que continua a florescer em diferentes margens.
INSCRIÇÕES: 12 de outubro até 30 de novembro;
TEMA: LIVRE;
SEM NECESSIDADE DE INEDITISMO;
AUTORES: De qualquer nacionalidade, desde que escrevam em LÍNGUA PORTUGUESA.
Coletivo Aspas Duplas
EDITAL DE CHAMADA PARA PUBLICAÇÃO EM COLETÂNEA LITERÁRIA "A ÚLTIMA FLOR DO ATLÂNTICO: CONTOS LUSÓFONOS".
O Coletivo Aspas Duplas tem o prazer de anunciar a chamada para submissão de originais para a coletânea literária “A última flor do Atlântico: Contos lusófonos”. A obra visa reunir histórias de temática LIVRE, exclusivamente escritas em Língua Portuguesa. Os autores possuem liberdade criativa para explorar as narrativas da forma que acharem mais pertinente, e poderão participar desta publicação coletiva mediante cota de participação e enviando 1 (um) único conto por autor(a).
1. Objetivo:
A presente chamada irá reunir CONTOS (inéditos ou não) para compor a coletânea “A última flor do Atlântico: Contos lusófonos”, a ser publicada exclusivamente em formato impresso, sendo disponibilizada aos autores à preço de custo* por plataformas de impressão sob demanda. Os autores poderão revender a obra caso queiram, aplicando a sua própria margem de lucro.

Entende-se por CONTO, uma narrativa ficcional breve, que em sua grande maioria possui poucas personagens e gira em torno de um único conflito, acontecimento ou ideia central.
2. Elegibilidade:
Podem participar desta chamada autores maiores de 18 anos, de qualquer nacionalidade, desde que as obras submetidas sejam escritas em Língua Portuguesa.
OBS: Participação LIMITADA a 1 (um) conto por autor(a).
3. Temática:
LIVRE.
4. Inscrições (Recebimento de Originais):
Prazo de Submissão: 12 de outubro de 2026 até 30 de novembro de 2026.
Formato: Os textos devem ser enviados em formato Word (.doc ou .docx). Formatos diferentes serão desconsiderados. Fonte: Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5, com no máximo 20.000 caracteres (com espaço). Textos fora desse limite NÃO serão analisados.
Título do Arquivo: O arquivo deve ser nomeado com o título da obra e o nome do(a) autor(a) (ex.: "Língua sagrada – Alice Dourado").
Envio: via preenchimento de formulário pelo botão abaixo, presente nesta página. Textos enviados por e-mail NÃO serão analisados.
O Coletivo Aspas Duplas e seus organizadores não se comprometem com a revisão ortográfica dos textos. Os contos devem estar previamente revisados no momento do envio. Essa responsabilidade é do autor(a) participante.
5. Seleção:
NÃO SE TRATA DE UM CONCURSO LITERÁRIO, mas sim de uma publicação coletiva, ou seja, desde que o conto enviado esteja em conformidade com as regras deste edital, ele será publicado na coletânea. Contudo, não serão permitidos textos com apologia ao racismo, pedofilia, misoginia, xenofobia, homofobia, transfobia, intolerância religiosa e qualquer outro tipo de comportamento ofensivo ou discurso de ódio.
Para garantir a integridade dos textos referente ao disposto acima, todos os contos serão avaliados pela equipe do Coletivo Literário Aspas Duplas, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis. Mesmo não sendo um concurso literário, o material poderá ser aprovado ou reprovado. Todos os textos que obedecerem às regras deste edital estarão aprovados e serão publicados.
Os textos que infringirem as normas, por sua vez, estarão reprovados e NÃO serão publicados, e a cota de participação paga pelo(a) autor(a) desclassificado(a) não será devolvida, pois a finalidade da cobrança compreende — dentre outras coisas — a curadoria das obras, sua leitura crítica e análise. Portanto, recomendamos a leitura minuciosa do edital e em caso de dúvidas, entrem em contato pelo formulário abaixo presente no rodapé do nosso site.
Apesar de não serem critérios para aprovação ou reprovação, valorizamos a estética literária, a originalidade e a qualidade narrativa alinhada ao tema da coletânea. Sendo assim, caprichem!
6. Publicação:
Durante e após o fim do prazo para participação, os autores participantes serão anunciados em nosso Instagram @coletivoaspasduplas. A coletânea “A última flor do Atlântico: Contos lusófonos” será publicada em formato impresso, com lançamento previsto para fevereiro de 2027.

Sobre a edição IMPRESSA:
Não há obrigatoriedade de aquisição de exemplares por parte dos escritores participantes;
Impressão brochura, P&B, com tamanho 16 cm x 23 cm;
Miolo em papel Pólen ou Avena off-white (creme), 80g/m² similar ao Pólen;
Capa colorida em laminação fosca;
Ficha catalográfica e ISBN;
Orelhas direita e esquerda;
Vendida em plataformas de impressão sob demanda (Uiclap e Clube de Autores);
Comercializada A PREÇO DE CUSTO*, ou seja, sem lucro e, portanto, sem distribuição de royalties aos autores participantes, que poderão — inclusive — revendê-la caso queiram, aplicando a sua própria margem de lucro.
*Ao preço de custo, será acrescido o valor simbólico de apenas R$ 1,00 (um real, ou melhor, um pila) justamente para fins de manutenção do Programa de Incentivo aos Leitores e Autores (PILA) do Coletivo Literário Aspas Duplas para fomento e promoção de livros, autores e novos escritores, tanto do Brasil quanto dos demais Estados-Membros que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP): Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Portugal, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
Saiba mais sobre o PILA - Programa de Incentivo aos Leitores e Autores clicando aqui.
7. Custos de Participação:
NÃO SOMOS UMA EDITORA, portanto, nossos projetos literários dependem do esforço coletivo de escritores e escritoras que buscam realizar o sonho de publicar as suas obras. Tal participação é opcional e voluntária, concretizada por autofinanciamento, ou seja, mediante o pagamento de uma cota de participação no valor de R$ 35,00 (trinta e cinco reais) para brasileiros; e 10€ (dez euros) para estrangeiros.
O valor pago como cota de participação será usado para fins de curadoria da antologia, inclusive para custear a avaliação e a análise dos textos enviados (dentre outros serviços como diagramação, confecção de capa, projeto gráfico completo, editoração, aquisição de ISBN, compra de ficha catalográfica etc.), não sendo devolvido em caso de desistência ou desacordo com as normas deste edital, que prevê a desclassificação do(a) autor(a) em casos específicos. Contos que infringirem as regras deste edital NÃO serão publicados e os valores não serão devolvidos.
8. Recebimento de Exemplares:
Este projeto editorial NÃO preve entrega de exemplares aos autores participantes, que poderão adquirir os livros físicos por conta própria, após a sua publicação, diretamente com as plataformas de impressão sob demanda (Uiclap e/ou Clube de Autores). São elas que determinam o preço de custo para a produção da obra, ou seja, o preço final de produção é dado ÚNICA e EXCLUSIVAMENTE por cada uma delas. Nosso coletivo NÃO está envolvido nesse processo de precificação, tampouco pela entrega dos exemplares eventualmente adquiridos.
9. Direitos Autorais:
Não haverá cessão de Direitos Autorais, ou seja, os trabalhos continuarão pertencendo aos seus autores, que poderão comercializar a versão final da coletânea, aplicando a margem de lucro que quiserem, mediante aquisição da obra que estará disponível para venda — à preço de custo — em plataformas de impressão sob demanda, sendo que não haverá distribuição de royalties entre os autores selecionados, pois permanecerão exclusivamente com os direitos autorais de seus textos, ainda que publicados na coletânea “A última flor do Atlântico: Contos lusófonos”
Justamente por sermos um coletivo literário, cada participante responderá legalmente e individualmente sobre plágio, publicação não autorizada, calúnia, difamação e não autoria, isentando os organizadores de qualquer responsabilidade sobre o conteúdo enviado para a publicação na coletânea.
É de total responsabilidade dos participantes a veracidade dos dados fornecidos à organização.
Todos os participantes, de antemão, ficam cientes e dão permissão e autorização para a publicação de suas obras tanto na coletânea “A última flor do Atlântico: Contos lusófonos” como nos canais de divulgação deste coletivo: redes sociais, blog, entre outros. Além da veiculação na mídia (quando houver) de seus nomes, imagens e textos.
10. Cronograma Geral:
Início das inscrições: 12/10/2026;
Fim das inscrições: 30/11/2026;
Divulgação dos selecionados: até 31/12/2026;
Data de publicação: até 28/02/2027.
11. Observações Gerais:
Dúvidas relacionadas à coletânea de contos “A última flor do Atlântico: Contos lusófonos” e seu regulamento poderão ser enviadas por meio do formulário de contato abaixo e presente em todas as páginas do nosso site.
Todos os contatos entre os organizadores da coletânea e os autores serão realizados através de e-mail: rafael.caputo@gmail.com Portanto, os participantes devem ficar atentos.
Todas as dúvidas e casos omissos neste regulamento serão analisados por uma equipe do Coletivo Literário Aspas Duplas, e sua decisão será irrecorrível.
O Coletivo Aspas Duplas reserva-se o direito de antecipar ou prorrogar o período das inscrições, ou ainda alterar qualquer item desta coletânea, bem como interrompê-la, se necessário for. Neste último caso, fazendo a comunicação expressa aos participantes e a devolução imediata dos valores pagos.
A participação na coletânea de contos “A última flor do Atlântico: Contos lusófonos” implica na aceitação total e irrestrita de todos os itens deste regulamento.
--- INSCRIÇÕES LIBERADAS A PARTIR DO DIA 12/10 ---





Comentários